Sua entrevista de emprego pode ser decidida em seis segundos!
Quem nunca ficou intrigado ao não ser chamado para uma entrevista de emprego cuja vaga era a sua cara? Acontece com todos os mortais. Mas um estudo realizado pela consultoria The Ladders, após dez semanas observando o comportamento de trinta recrutadores durante a análise de currículos, pode dar uma luz sobre rejeições “não justificáveis” na hora de passar para a etapa da entrevista. Os dados foram publicados no site Business Insider Career.
Segundo a pesquisa, os analistas gastam uma média de – acredite – seis segundos para decidir se aquele é um CV adequado à posição aberta ou não. “Eye tracking” , a técnica científica utilizada consiste no exame do movimento dos olhos durante a leitura do documento. Foi possível registrar por quanto tempo o profissional de RH se concentra em determinados trechos de informações sobre o candidato.
Resultado: os recrutadores focam essencialmente para o seu nome, cargo atual, empresa, datas de admissão e saída, posições (cargos) anteriores e formação escolar. Os dois currículos abaixo representam um mapa de calor dos movimentos oculares dos recrutadores. O da direita foi olhou mais profundamente do que o da esquerda por causa de seu formato claro e conciso do CV:

Esta aí uma dica para você caprichar na hora de fazer o seu CV para uma vaga. Ao menos para recrutadores americanos (!). E lembre-se sempre: não adianta fazer currículo genérico para todas as oportunidades. Organize suas informações sempre de acordo com as competências que cada empresa prioriza.
Não adianta colocar aquele cargo de analista contábil se você pleiteia uma posição de recursos humanos. Destaque sempre sua experiência profissional ou cargos que ocupou que se relacionem com os requisitos solicitados pela empregadora. Ao tornar essas informações relevantes mais fáceis para os recrutadores, com uma hierarquia visual clara e objetiva, “sem distrações” (fotos, desenhos, muitas cores), você certamente facilitará aquela decisão de chamá-lo para o próximo passo do processo seletivo, a entrevista. Dica bacana, não é?
Para adquirir tais virtudes só há um caminho: o 


Mesmo antes de frequentar in loco todo aquele ambiente, Salzano conta que já era envolvido pelo clima dos grandes prêmios no Brasil. “Dava para perceber o aumento do tráfego de helicópteros para Interlagos e da minha casa podia ouvir o ronco dos motores, há uns 15 km do autódromo”, recorda.
Por Carla Poletti
Comentários Recentes