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Postagens da tag: chefe

20 jun 2011

Confiança, a palavra chave no emprego e na vida

Autoconhecimento, Gestão de Pessoas


Não por acaso nos questionários do Instituto Great Place to Work, descobrir o nível de confiança entre funcionários, sejam do mesmo nível ou com gerentes e superiores, é um dos quesitos fundamentais na avaliação das empresas para saber se lá é um bom lugar para trabalhar.

Confiar é tudo. É quando você pode dizer a um colega para terminar um relatório por você porque está com outra tarefa mais atrasada. Colocar sua opinião sincera sobre um determinado projeto, propor inovações ou pedir para sair mais cedo para uma consulta médica sem sentir-se culpado.

Com parentes e amigos não é diferente. Pense nos seus melhores amigos. O que faz deles pessoas tão diferenciais? São perfeitos? Provavelmente, não. Mas o fato de conhecê-los, em seus piores defeitos e melhores qualidades, e vice-versa, cria um elo afetivo com o tempo, com a compreensão.

Uma conexão em que você sabe que poderá contar nos momentos difíceis e também nos de extrema alegria.

Pensei aqui qual seria a imagem ideal da confiança e me lembrei de um filme dos anos 90, “Trust”, na época do jovem cineasta independente americano, Hal Hartley, que recomendo. A imagem da confiança é quando Maria pode cair de costas, de cima de um muro, porque sabe será amparada.

Parece mesmo que amparo e confiança andam juntos. Mas e para você, o que é confiança? Já caiu de olhos fechados nos braços de alguém? Seus colegas de trabalho, seu chefe, amparam você quando é necessário? Divida sua experiência com a gente. Qualquer coisa, nós seguramos você!

Comentários Recentes

  • Gustavo:
    Como disseram os amigos a cima, realmente a confiança é a base de todo tipo de relacionamento seja afetivo ou profissional. Mais venhamos e convenhamos tem gente que as vezes abusam, eu particularmente vivo em um ambiente em que as pessoas se mostram de confiança, mais é uma confiança falsa, por que na maioria das vezes que preciso seja o motivo que for nunca posso confiar em ninguém, sou eu eu e mais eu. Você podem confiar em mim!!!!
  • @gcafe:
    Realmente, confiança é o passo inicial para um bom relacionamento profissional ou pessoal. Ajuda muito saber que você pode contar com seu colega na hora de um projeto bacana ou apenas para falar um pouco do seu dia durante um almoço ou café.

13 jun 2011

Para uma entrevista de emprego bem sucedida conheça o Rapport

Autoconhecimento, Entrevista de emprego

Carla Poletti

Uma das habilidades necessárias para que uma entrevista seja bem sucedida é a capacidade de se comunicar.

Sabemos que a comunicação envolve muito mais que apenas palavras. E que o estabelecimento da empatia, que vamos chamar de rapport, é um dos aspectos mais importantes neste processo.

Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum…” Anthony Robbins

Através da formação do rapport, a comunicação tende a fluir, as pessoas sentem que estão em sintonia. Suas palavras, corpos, posturas e expressões faciais revelam esta realidade. Sentimos que o outro nos entende e que entendemos o outro.

Isto pode acontecer em todos os tipos de relação, desde uma relação mais formal como em uma entrevista, até nas relações mais íntimas.

Para que você possa desenvolver esta habilidade, aí vão algumas dicas:

  • Primeiro, ao se sentar diante do seu entrevistador, procure respirar no mesmo ritmo que ele.  Isto vai te ajudar a se acalmar e a criar uma sintonia entre vocês.
  • Segundo, procure de fato, ouvir o que ele está te perguntando e responda, se possível, repetindo algumas das palavras que ele usou. Isto vai te ajudar a focar. E vai fazer com que ele perceba que você está ouvindo e entendendo o que ele quer.
  • Terceiro, procure modular o seu tom de voz ao dele. A comunicação entre vocês tende a fluir melhor.

Se você seguir estes passos, pode acontecer, da harmonia criada entre vocês ser tanta, que vocês comecem a espelhar os seus gestos e postura.

Eu recomendo, que você teste e treine estas habilidades antes, em situações aonde você esteja mais relaxado. Com amigos ou pessoas próximas pois quanto mais natural isto se tornar, melhor.

Através deste modelo, você provavelmente, vai se sentir mais sintonizado com o seu entrevistador e a entrevista será melhor!

Boa Sorte!

Carla Poletti, psicóloga, foi integrante da equipe de Roberto Shinyashiki no Instituto Gente, é especialista e se desenvolveu nas principais escolas de terapia, tais como Terapia Corporal, Renascimento, Programação Neuro Lingüística e Formação Biográfica, processo desenvolvido pela Antroposofia.  Atualmente, Carla atua em sua clínica O-Núcleo Psicologia.

Comentários Recentes

  • Rosana:
    Artigo interessante, vou tentar.
  • marcilina:
    Muito bom, eu nunca tinha tentado esta prática, agora vou usa-la. Obrigada!!

9 jun 2011

A delicadeza sempre ganha

Artigo, Autoconhecimento

Dan Stulbach acredita na força da delicadeza

Dan Stulbach acredita na força da delicadeza

Ontem, ao assistir “Saia Justa” no canal GNT, um tema bem interessante foi discutido: a vontade soltar sua fúria de vez em quando. Esse era o desejo da âncora Monica Waldvogel que se declarou incapaz desses arroubos. Bonita foi a evolução da conversa, que chegou a uma fala do Dan Stulbach dizendo que a “delicadeza sempre ganha”. Que esse é o caminho da civilidade e assim a humanidade avança.

Pensei nas nossas relações de trabalho. Em um ambiente hostil, um chefe que não escuta, quando nos sentimos injustiçados, passamos à noite corroendo discursos enfáticos sobre tudo que está “mal diferido” naquela gestão, naquele local de trabalho. Vale a pena?

Observei que toda vez que soltamos “as feras”, o mal estar logo depois é inevitável. Aquele sabor de ter dito o que queria é logo tomado por uma angústia, uma revisão de cada palavra dita, do olhar de quem as recebeu.

Ser delicado é melhor, em qualquer situação. Dan Stulbach está certo.

Da mesma forma pensei nos lugares mais bacanas onde já trabalhei e sim, a delicadeza, um pedido de correção, um elogio sincero, um estímulo, sempre ganharam a minha confiança, o meu empenho, a vontade de querer fazer cada vez melhor.

Penso que essa não é uma relação a ser cultivada somente de chefe para subordinados. Quantas vezes uma boa colocação, num momento apropriado e com serenidade para apresentar nossos argumentos somos muito mais respeitados em nossas solicitações com nossos superiores. Então a reflexão de hoje é sobre a imprescindibilidade da delicadeza. No trabalho, na vida, com os familiares.

E você? Quando solta suas feras sente-se bem? A delicadez está presente no seu local de trabalho? Conte pra nós!

Comentários Recentes

  • marcilina:
    Para lhe dizer a verdade as vezes não, mas tento ser delicada no meu máximo possivel. Tanto em minha casa como fora dela.
  • Janaína Schüssler:
    Gostei deste artigo: A delicadeza deveria ganhar sempre.

3 jun 2011

Para alegrar a sexta-feira:

Sem categoria

Do Blog Vida de Programador!

Do Blog Vida de Programador!

Comentários Recentes


30 mai 2011

Liderar: arte e desafio

Autoconhecimento, Liderança e Motivação

Carla Poletti

Carla Poletti

Se você está numa posição de liderança e se pergunta porque sua equipe não funciona vale à pena parar para refletir sobre como você está atuando neste papel. Uma das maneiras é observar o modo como a sua equipe tem respondido, já que os colaboradores, na maioria das vezes, refletem o estilo de liderança a que estão submetidos.

Hoje falarei sobre um tipo muito comum de líder, o Autocrático ou Autoritário. Suas características são:

  • Focado basicamente na tarefa.
  • Centralizador, estimula o medo e a dependência.
  • Muito crítico. Briga, grita, desqualifica as pessoas. Gera revolta e insegurança.
  • Usa frases como: “Você não deve…”, “Você tem que…”, “Você é um incompetente…”.
  • Possui crenças do tipo: “As pessoas não são confiáveis”, “Não posso contar com ninguém”, “As pessoas são incompetentes”, ”Só eu sei fazer direito”.
  • Chama a equipe para saber como estão os resultados, mas já acredita que ninguém fez nada certo. Com isto, é comum as pessoas saírem de sua sala chorando ou com muita raiva.
  • Há um alto “turn over” (rotatividade) na empresa.
  • Tem muita dificuldade de elogiar e de reconhecer a competência e importância dos seus colaboradores.

Essas características geram uma equipe desmotivada.

Embora possuam uma postura arrogante e aparentemente não esperem nada de ninguém, são pessoas que na maioria das vezes se sentem frustradas. E incompetentes por não conseguirem montar um time. Dificilmente estabelece vínculos de confiança, o que faz também com que se sintam muito sós.

Ninguém questiona que todo o líder busca como ideal, um colaborador que esteja motivado, pense, alcance as suas metas, seja parceiro. Infelizmente o que acontece na prática é que as coisas acabam não funcionando assim.

Para isto, primeiro, faça uma reflexão e pense se está realmente acredita que pode achar alguém capaz de te ajudar? Está disposto a abrir mão, do lugar de quem “sabe tudo”, para criar uma parceria com seus colaboradores.

Se estiver, aí vão algumas dicas que podem te ajudar:

- Estimular o “melhor do outro”. Para isto, eu realmente preciso ver e acreditar neste melhor.

- Saber ouvir e qualificar o que o outro me coloca.

- Colocar limites e respeitar os limites dos outros.

- Saber elogiar e reconhecer o outro com um indivíduo único.

- Estimular o pensar e o crescimento do colaborador. Permitir e criar condições para que o outro se desenvolva, só vai refletir o quanto você é um bom líder. Quanto menos ele precisar de você, melhor líder você foi.

- Ter uma comunicação transparente, deixar saber o que se passa.

- Buscar pessoas em quem você confie, construir este vínculo.

Se você está tendo problemas com a equipe, comece refletindo sobre em que você pode mudar. Como disse, Mahatma Gandhi: “Seja a mudança que você deseja ver no mundo”

Carla Poletti, psicóloga, foi integrante da equipe de Roberto Shinyashiki no Instituto Gente, especialista e desenvolveu nas principais escolas de terapia, tais como Terapia Corporal, Renascimento, Programação Neuro Lingüística e Formação Biográfica, processo desenvolvido pela Antroposofia.  Atualmente, Carla atua em sua clínica O-Núcleo Psicologia.

Comentários Recentes

  • Thayane Fernandes:
    Olá Carla, ótimo post. Fala a realidade de muitas empresas. Vale acrescentar também que um líder "mal contratado" em pouco tempo pode levar uma empresa para o buraco desmotivando e causando a demissão de bons profissionais.

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