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23 mai 2011

Autoconhecimento: fundamental para você e sua carreira

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A expressão anda até desgastada depois dos milhares de livros de autoajuda publicados com promessas de mudanças em cinco, seis ou dez passos. Mas autoconhecer-se é algo mais sério e que exige dedicação, como qualquer outra tarefa da sua vida, seja falar inglês ou fazer uma faculdade. Usando uma metáfora que gosto muito, é como ter uma planta baixa da sua personalidade. Saber onde estão seus pontos fracos, padrões de comportamentos negativos, suas virtudes, capacidade de autosuperação.

Não existe mágica. Muitas pessoas gostam de dizer que não precisam de terapia, coach ou outras formas de orientação psicológica porque “conhecem seus problemas”. Ora, não deixa de ser verdade. A maioria de nós, ao deitar à noite, sozinhos, no escurinho, faz uma revisão do que aconteceu durante o dia. Coisas que nos magoaram, ou pessoas que magoamos, quando fomos precipitados ou deixamos passar um momento em que era preciso dizer não. O problema é que só conhecer seus erros e acertos, não basta. É preciso saber como evitá-los, ou como manter seus pontos fortes.
Como nossa articulista do Monster, Carla Poletti já abordou em um dos seus artigos nesse blog, o problema é quando repetimos o mesmo erro, o mesmo conflito, e embora a gente perceba que lá vem aquele ciclo de novo, quando você vê, já está dentro dele. No caso de carreiras profissionais, isso pode ser aquela pressa de ser promovido, a espera do reconhecimento, projetos desviados porque você não soube mostrar o contrato na hora certa!
É hora de procurar ajuda para ajustar o comportamento. Ela pode vir da Psicanálise, que se abre em várias escolas, como a Freudiana, Lacanina, análise trasancional, na Antroposofia e tantas outras. Ou, se a questão está muito focada no comportamento profissional, um coach é uma excelente opção. Não existe receita para achar o melhor para você, a não ser marcar entrevistas, conhecer o profissional e sentir que “aquele” é o que entendeu melhor seus sentimentos. É quando você realiza o que a psicologia chama de “tranferência”. Uma forte sensação de confiança, que você poderá se abrir, ser escutado nas suas questões, sem julgamento, mas com orientação e acolhimento.
Você nem imagina como esse apoio emocional pode mudar sua vida em todos os aspectos: afetivo, profissional, na educação dos filhos, na relação com a sua família. Experimente. E depois conte pra nós a sua experiência!

Comentários Recentes

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    [...] http://www.empregoecarreira.com/autoconhecimento-fundamental-para-voce-e-sua-carreira [...]
  • @gcafe:
    Esse autoconhecimento pode acabar evitando a famosa autosabotagem. Belo post!

20 mai 2011

Teletrabalho: alternativa ou problema?

Currículo

Homeoffice é bom. mas cuidado com a geladeira!

Homeoffice é bom. mas cuidado com a geladeira!


Por Priscila Soares *

Nunca foi tão comentada a questão de teletrabalho como nos dias de hoje. Mas muitos devem estar se perguntando: o que é isso? Teletrabalho nada mais é do que trabalhar de casa, sem que o colaborador tenha a necessidade de ir todos os dias (ou nunca) para o escritório central da empresa. Mas, como toda novidade, isso traz vantagens e desvantagens para ambos os lados.

Guilherme Dray classifica o teletrabalho como: trabalho realizado à distância, fora da empresa, podendo ser executado da residência do trabalhador; envolve recurso a tecnologias de informação e comunicação; e, em regra geral, diz respeito a trabalhadores subordinados da empresa que em certo momento adotam essa modalidade de trabalho. Ou seja, o teletrabalhador é a pessoa física que, utilizando as novas tecnologias disponíveis atualmente, pode desenvolver seu laboro fora do escritório.

O primeiro ponto a ser analisado nestes casos é o contrato. Como ele pode admitir questões de natureza civil, comercial e trabalhista, o teletrabalho tem um contrato misto, vinculada ao conteúdo obrigacional da prestação.

Em relação aos aspectos trabalhistas, o contrato de um teletrabalhador tem que possuir diversos aspectos, como possuir condições bem definidas contratualmente; controle da jornada de trabalho; horas extras; instalação de equipamentos; condições ergonômicas, dentre outros.

Para as empresas há muitas vantagens:
• como redução de custos fixos das empresas;
• aumento da produtividade do trabalhador;
• possibilidade de contratação de trabalhadores especializados em locais distantes, sem custos e transtornos adicionais com transferências;
• redução de custos com acidentes de trabalho em trânsito;
• redução de custos com vales-transportes, auxílio-combustível e estacionamento;

Mas também há as suas desvantagens, como dificuldade de gerenciar a distância; temor dos gestores de perder status de chefia; necessidade de conhecimento sobre o assunto; dentre outros.

Para o trabalhador também há estes dois lados. As vantagens são:

• maior acesso das pessoas portadoras de deficiência às oportunidades de trabalho;
• aumento da segurança e redução dos atos de violência criminosa;
• melhoria da saúde física e mental; melhoria da qualidade de vida;
• recuperação e fortalecimento das relações familiares e sociais;
• redução de custos pessoais dos trabalhadores;
• fortalecimento do poder aquisitivo do trabalhador;
• dentre outros.

Já as desvantagens são:
• redução do convívio social presencial diário com colegas de trabalho;
• temor do trabalhador de perda de status;
• temor do trabalhador de ter menores chances de promoção; dentre outros.

Até o meio ambiente está envolvido com este tipo de trabalho.

• a redução do nível de poluição das grandes cidades;
• o arrefecimento do trânsito sobrecarregado;
• melhoria da qualidade dos serviços de transporte público;
• redução das possibilidades de contaminação por doenças infecto-contagiosas;
• reduções na climatização dos ambientes;
• dentre outros, são alguns benefícios que o teletrabalho pode proporcionar para toda sociedade.
• O teletrabalho hoje é uma solução para diversos problemas econômicos, sociais e ambientais não apenas do Brasil, mas sim do mundo. Não são em todos os tipos de trabalho, que se pode agir desta maneira. Por isso, temos que dar uma maior atenção para este tipo de labor e, caso seja possível, é importante que as duas partes – empresa e colaborador – avaliem se é interessante aplicar.

* Priscila Soares é diretora jurídica e de Recursos Humanos da Trevisan Outsourcing.

Comentários Recentes

  • @renatomesmo:
    O trabalho à distância demanda profissionais com perfís específicos: mais autônomos, autogerenciáveis, mais responsáveis, maduros e q saibam trabalhar em rede.
  • Henrique Massa:
    Creio que em cidades como São Paulo, onde se perde mais de 2 horas no trãnsito, uma boa solução para reduzir o stress do dia-a-dia, seja o homework, além de se concentrar, da para dar aquela paradinha no trabalho, olhar para o jardim e voltar com pique. homework: Aprovado

17 mai 2011

Retorno de ex-empregado pode apresentar vantagens

Sem categoria

Por Viviane Gonzalez

A busca por crescimento na carreira é constante no atual cenário do mercado de trabalho. A mudança de emprego ocorre com muita frequência, e quando os profissionais não conseguem atingir seus objetivos na nova empreitada, uma alternativa comum é voltar ao antigo emprego.
Tanto as empresas quanto os profissionais mudaram sua concepção em relação a isso. A maioria dos empregadores passou a entender que o profissional, muitas vezes, precisa sair para aprofundar seus conhecimentos para, quando retornar, se sentir mais valorizado no seu local de trabalho.
Mas, para isso, é importante deixar sempre as portas abertas.

  • O profissional deva exercer suas atividades até o final do contrato estabelecido. E, após a execução das tarefas pendentes, manter um relacionamento pós-trabalho para ajudar em dúvidas que restaram à empresa antiga.
  • O empregador precisa preencher a vaga disponível, e para treinar uma nova pessoa é preciso de informações que, na maioria das vezes, somente o antigo colaborador conhece. Além de auxiliar, essa assistência é uma importante ferramenta para manter o networking profissional atualizado.
  • Um profissional que retorna ao antigo posto de trabalho pode trazer mais experiência de visão de mercado e apresentar esses conceitos para outros trabalhadores.
  • Novas visões podem desfazer a impressão que o mercado lá fora está melhor do que o oferecido pela empresa, e que é preciso saber aproveitar as oportunidades do local de trabalho.
  • As empresas que acolhem o “ex-atual-colaborador” enxergam pontos positivos e negativos trazidos por ele após o desligamento. O empregador deve enxergar no profissional a visão diferente que ele trouxe do mercado de trabalho. Já o trabalhador volta por que sente confiança na organização e estrutura da empresa. Se ambas as partes concordarem com o retorno, resta aproveitarem as oportunidades e alinhar novas metas de trabalho para alcançar o sucesso.

Mas é preciso ficar atento, porque nem sempre o ex-empregador estará de portas abertas. É excelente manter uma rede de contatos, porém é necessário entender que o antigo empregador pode estar procurando pensamentos diferentes.
O perfil do profissional que retorna ao antigo posto de trabalho é marcado por competência. Esse trabalhador que consegue voltar à empresa é conhecido por conduta exemplar e bom desempenho. A instituição enxerga nesse retorno uma oportunidade positiva para obter conhecimento e valorizar o trabalho feito por ele.

Viviane Gonzalez, 35, é diretora da Business Partners Consulting – Regional São Paulo Interior com Base em Campinas. Graduada em Administração de Empresas pela PUC-RS e tem MBA em Marketing pela FGV-RS.

Comentários Recentes

  • Henrique Massa:
    Concordo com o Renato, acima, voltar para a antiga empresa é uma coisa, onde o colaborador é valorizado pela experiência que adquiriu, mas voltar para o mesmo cargo, é indicação de fracasso.
  • Fabíola Lago:
    Como você mesmo disse, dependeria muita da nova proposta!

16 mai 2011

Não me dou bem com o meu chefe o que posso fazer?

Artigo

Por Carla Poletti

Nos ambientes de trabalho, é muito comum, as pessoas apresentarem  dificuldades no relacionamento com o seu chefe.

Como isto acontece? Isso acontece porque muitas pessoas projetam no  chefe uma imagem parental, e começam a atuar buscando a aprovação  deste “pai”. Que tem basicamente dois poderes: o de punir ou de recompensar. Quando recebem um elogio, se sentem bem. Mas quando recebem uma crítica fragilizam-se e atuam como se fossem uma criança ouvindo uma bronca, e não um profissional adulto buscando seu aperfeiçoamento. Neste momento, muitas vezes, esta “criança interior” assume o comando e a sensação de desaprovação cresce e toma conta. A fantasia é de que, a qualquer momento, ele vai ser criticado novamente.

O que isto gera? Isto alimenta um estado de tensão e a capacidade de pensar e de gerar resultados cai. O profissional perde o foco da tarefa, e começa a tentar cumprir as expectativas que ele imagina que o chefe tem em relação a ele. Suas condutas passam a ser guiadas por todas estas emoções. O que gera inúmeras falhas: emails não enviados, tarefas mal acabadas, prazos não cumpridos…

Sua criança – O profissional, ainda sob o “comando” desta criança, ao invés de, assumir a responsabilidade por estes erros, fica buscando justificativas. O que, além de deixar o chefe mais irritado, não cria a possibilidade de mudança, pois se a culpa é do outro ou do mundo, eu não posso fazer nada a respeito. Assim, a relação entre os dois, só piora.

Com essa sequência de comportamentos, o colaborador, muitas vezes, entra num círculo vicioso. Quanto mais é criticado, mais erra, mais justifica e mais críticas recebe. Diante deste quadro, a única saída que ele vislumbra é a mudança de área, ou ainda, a sua demissão.

É claro que, como em todos os lugares, existem chefes difíceis e muitas vezes, a melhor saída, realmente é mudar de trabalho.

Mas, se isto tem se repetido na sua vida, podemos dizer que é um padrão. Se este for o seu caso, então vale a pena, parar para refletir. Porque aí, o problema não é o chefe, mas sim a maneira como você se relaciona com ele.

O que fazer: Como interromper essa sequência e estabelecer um novo padrão?

• Primeiro, perceba qual a situação que faz você se sentir como uma criança criticada pelo pai. Quais os sentimentos que surgem? Eles contribuem para a solução ou agravam mais o problema?

• A questão, muitas vezes, não é a crítica em si, mas o que faço com ela. Procure transformá-la em algo motivador, que gere em você o desafio de crescer e de se aperfeiçoar. Quase toda a crítica pode ser convertida em auto-superação.

• Á partir daí, assuma a responsabilidade pelo erro que levou à critica.
• E procure corrigi-lo. Foque nas suas metas e no quanto o seu trabalho pode contribuir para um bem maior.

• Não foque só em agradar o seu chefe. O seu chefe não é seu pai ou sua mãe. Cuide para que vocês possam ter uma relação boa. Se ficarem amigos e se gostarem, ótimo! Se não, vocês podem buscar uma boa convivência, com respeito e cooperação.

• Lembre-se, vocês tem pelo menos um objetivo em comum, que é contribuir para o sucesso da empresa. Pensando desta forma, você se colocará como um adulto diante de outro adulto.

A empresa precisa e conta com os seus resultados! Se o seu chefe não puder lhe dar este reconhecimento. Busque em você a satisfação de ter se superado!

Comentários Recentes

  • Dayana Mori:
    Olá Carla....você abordou algo que está tão presente em nosso cotidiano e que muitas vezes nem percebemos. Transferimos nos outros aquilo que habita em nosso ser, no nosso estado de ser... Obrigada por esclarecer e ajudar a nós tornar profissionais/pessoas mais conscientes! Ótimo texto e dicas!
  • Mauro:
    Muito bom gostei do texto.. parabéns.. o meu chefe é um saco.. vive me dando uma "dura" parece sombra o encosto....viche..rs

12 mai 2011

COMO É UTILIZADO O SEU TEMPO NO TRABALHO?

Sem categoria

(via assessoria de imprensa)

Uma pesquisa inédita realizada no Brasil, desenvolvida pela Triad PS, empresa especializada em softwares para produtividade pessoal e gestão de equipes, sobre a Utilização do Tempo no Trabalho, revelou que mais da metade dos profissionais deixam suas atividades para a última hora. Isso quer dizer que as pessoas tem o hábito de deixar as tarefas importantes para depois, fazendo com que ela se torne urgente.

Quando os mesmos 1.600 participantes do estudo foram questionados sobre o tempo gasto com atividades sem fins produtivos, cerca de 33% responderam que gastam até 2 horas do trabalho com atividades inúteis. E mais, 60% marcam consultas médicas no trabalho; 59% dão uma “esticada” no horário de almoço; 56% realizam compras online; 39% procuram um novo emprego no expediente e ainda 11% utilizam o horário do trabalho para ver pornografia.

“Muitos desses profissionais realizam atividades do trabalho no horário de descanso, em casa, por exemplo. Acessar redes pessoais e marcar uma consulta médica não pode ser considerado um problema, desde que o profissional retome ao foco de suas atividades depois de realizar essas tarefas”, explica o coordenador da pesquisa, Christian Barbosa, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade. E você, tem utilizado o seu tempo no trabalho para ser mais produtivo ou para procrastinar?

Comentários Recentes

  • @renatomesmo:
    Complicado ficar 5 dias da semana, 100% focado. De qualquer forma, é melhor do que ficar 100% do tempo trabalhando. Um dia eu chego lá!
  • Gustavo Café:
    Acho que o problema é que a gente não para... tudo anda muito corrido. No final das contas o dia tem somente 24h e as pessoas tentam - e TEM DE - equilibrar todas as tarefas do dia, sejam elas pessoais ou profissionais.

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