Ser trainee na Maersk é viver o Talent Mobility intensamente

João Vitor Lomeu foi graduado como trainee e hoje viaja para os diversos portos da Maersk no mundo
Mais do que um período na vida profissional, o Programa de Trainee da Maersk investe fortemente para que seus jovens talentos permaneçam e cresçam dentro da empresa após dois anos de intenso treinamento teórico e prático. Segundo Luana Gadelha, analista de Recrutamento da empresa, atualmente muitos presidentes da Maersk, inclusive do Brasil, além de altos executivos, passaram pelo programa.
“Nosso segmento de negócio é muito específico, exige conhecimento e amadurecimento na área e por isso o investimento na qualidade do programa é prioridade. O resultado é um alto percentual de retenção após o período de treinamento. Todos os anos são escolhidas três escolas de negócios de renome no mundo, tais como a Copenhagen Business School, India Business School, onde são realizados workshops com os trainees de todo o mundo com uma grade elaborada pela matriz na Dinamarca”, explica Luana.
Gostar, e muito, de desafios é uma das características dos jovens profissionais, em geral, entre 25 e 29 anos – que são selecionados pela Maersk. Não por acaso: a empresa tem mais de cem anos e está presente em 108 países e possui 130 mil colaboradores. Depois dessa experiência global, é comum que os trainees tornem-se próximos e mantenham contato, ainda que remoto, por meios de fóruns e grupos da própria intranet da empresa.
A mudança de local de trabalho é muito freqüente e estar aberto para novas culturas, idiomas e equipes faz parte da cultura da organização. “Quem for contratado no Brasil deve preparar-se para estar disponível para cargos em toda a América Latina”, conclui Luana.