O Banco de horas e a carreira numa época de organizações flexíveis
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Já há algum tempo, o chamado “horário comercial” não é mais um padrão nas empresas. O sistema de banco de horas, em que o empregado tem um horário flexível e vai acumulando suas horas de trabalho, tem sido bastante eficiente, tanto para o lado do contratante, quanto para o lado do contratado.
O interessante desse sistema é que o profissional pode acumular horas de trabalho para transformá-las em créditos que podem ser usados depois de forma flexível. Assim, ele acaba se dedicando mais a empresa durante as épocas de pico de trabalho e pode compensar as horas extras que fez tirando dias de folga ou trabalhando em um período menor nos tempos mais tranquilos.
Nessa época de crise, a prática do banco de horas está sendo muito utilizada nos Estados Unidos durante o verão para conter os gastos das empresas e, ao mesmo tempo, poupar demissões. De acordo com uma pesquisa online feita no portal do Monster com os usuários norte-americanos, mais de 40% dos trabalhadores teriam horário flexível nesse período.
Para adotar o sistema do banco de horas, é importante a empresa verificar se ele está previsto em acordo de trabalho coletivo feito junto ao sindicato dos trabalhadores. Caso esteja tudo dentro da lei, o uso desse sistema pode ser um benefício tanto para o meio corporativo quanto para os profissionais do mercado.
Crédito da imagem: MCSimon