Criar salas de amamentação: uma bela política de RH
Gestão de Pessoas, Qualidade de Vida

Mães, bebês e empresas mais felizes
Quem trabalha com gestão de pessoas, especialmente com empresas que possuem muitas mulheres em seus quadros, sabe dos desafios de quem acaba de ter um filho, como equilibrar os cuidados do bebê com a carreira profissional, o fim da licença maternidade e a preocupação de deixar o filho em casa.
A amamentação é um dos fatores mais angustiantes para as mães. Segundo estudo do Ministério da Saúde, mais de 34% das mães brasileiras que voltam ao trabalho no Brasil deixam de amamentar. A importância do leite materno para a saúde da criança, por recomendação do próprio Ministério e até da Organização Mundial de Saúde (OMS) é um procedimento que vai além da alimentação, envolve afeto, carinho, um vínculo especial entre mãe e filho.
Por isso mesmo, uma iniciativa como a do Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo), merece nosso reconhecimento. A entidade inicia uma oficina prática para capacitação e sensibilização de empresários e interessados na criação de salas de amamentação nas suas respectivas empresas. Para dar o exemplo, o próprio Seconci inaugura um espaço para atender mães trabalhadoras que voltaram da licença maternidade e estão amamentando.
Bacana! É importante ressaltar que não só mães e filhos que são beneficiados com uma ação simples como essa: empresas também ganham com a confiança, o comprometimento e produtividade de suas funcionárias. E na sua empresa, quais são as políticas de apoio às mães? Conte pra gente!