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Monster - siga a sua paixão

16 abr 2012

Esse networking vai dar a maior liga…

Artigo, Concurso Monster

Com o advento das redes sociais um novo conceito de networking vem se consolidando. Você e sua carreira são uma vitrine para milhares de empregadores. Isso você já sabe. Por mais vantagens que essa exposição possa trazer, também é preciso tomar cuidado. Mas vamos combinar que não é para todo mundo que você quer abrir sua via pessoal…

Afinal, aquela foto de biquine, com chope na mãe no aniversário da vovó, é coisa só para amigos! Por isso mesmo, o Monster criou o BeKnown, um aplicativo para redes profissionais dentro do seu Facebook. Para separar seus contatos profissionais da sua rede social.

Segundo pesquisas de consultorias de recursos humanos, a indicação de algum profissional de confiança ainda é uma das formas mais frequentes de contratação. Então, tem que caprichar, investir um tempo mesmo no seu perfil. Zelar por ele. E incrementar… Muito!

Nessa quarta-feira, o Monster lança uma ação inédita para potencializar seu networking em parceria com as melhores faculdades do país. Fique atento ao nosso twitter, nossa página no Facebook, no blog, porque quarta-feira o bicho vai pegar! Sim, a ideia é mesmo fazer suspense! Aguarde!

 

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11 abr 2012

Sua entrevista de emprego pode ser decidida em seis segundos!

Currículo

Quem nunca ficou intrigado ao não ser chamado para uma entrevista de emprego cuja vaga era a sua cara? Acontece com todos os mortais. Mas um estudo realizado pela consultoria The Ladders, após dez semanas observando o comportamento de trinta recrutadores durante a análise de currículos, pode dar uma luz sobre rejeições “não justificáveis” na hora de passar para a etapa da entrevista. Os dados foram publicados no site Business Insider Career.

Segundo a pesquisa, os analistas gastam uma média de – acredite – seis segundos para decidir se aquele é um CV adequado à posição aberta ou não. “Eye tracking” , a técnica científica utilizada consiste no exame do movimento dos olhos durante a leitura do documento. Foi possível registrar por quanto tempo o profissional de RH se concentra em determinados trechos de informações sobre o candidato.

Resultado: os recrutadores focam essencialmente para o seu nome, cargo atual, empresa, datas de admissão e saída, posições (cargos) anteriores e formação escolar. Os dois currículos abaixo representam um mapa de calor dos movimentos oculares dos recrutadores. O da direita foi olhou mais profundamente do que o da esquerda por causa de seu formato claro e conciso do CV:

recruiters resume

 

Esta aí uma dica para você caprichar na hora de fazer o seu CV para uma vaga. Ao menos para recrutadores americanos (!). E lembre-se sempre: não adianta fazer currículo genérico para todas as oportunidades. Organize suas informações sempre de acordo com as competências que cada empresa prioriza.

Não adianta colocar aquele cargo de analista contábil se você pleiteia uma posição de recursos humanos. Destaque sempre sua experiência profissional ou cargos que ocupou que se relacionem com os requisitos solicitados pela empregadora. Ao tornar essas informações relevantes mais fáceis para os recrutadores, com uma hierarquia visual clara e objetiva, “sem distrações” (fotos, desenhos, muitas cores), você certamente facilitará aquela decisão de chamá-lo para o próximo passo do processo seletivo, a entrevista. Dica bacana, não é?

Comentários Recentes

  • monsterbrasil:
    Tem que caprichar, para fisgar o olha do recrutador no primeiro momento! Sucesso, Rômulo!
  • monsterbrasil:
    Elaine, especialmente nessa área digital, invista fortemente no canais de emprego on line, comunidades do segmento, mantenha seus perfis ativos. E principalmente, reestruture seu currículo priorizando suas realizações na área, habilidades e competências. Boa sorte!

9 abr 2012

Equilíbrio e agilidade: o diferencial das novas lideranças

Liderança e Motivação

Houve um tempo em que, para ser um executivo de sucesso, objeto de desejo das maiores empresas, bastava gerar resultados. Hoje, é preciso mais do que isso: o profissional deve pensar na imagem que quer deixar para o mercado. Afinal, além de pequeno, esse mercado se “fala”. Com o advento das mídias sociais, as noticias se espalham tão rapidamente que todo cuidado é pouco. E o que você pode acrescentar de novos ingredientes à “fórmula de sucesso” dos que agora fazem a diferença no ambiente corporativo e deixam sua marca de forma permanente?

A resposta é simples e ao mesmo tempo, complexa: Equilíbrio e Agilidade.

Para adquirir tais virtudes só há um caminho: o autoconhecimento. Vale terapia, exercício diário de leitura e mesmo meditação. Afinal o processo de crescimento pessoal deve ser constante e eterno. Nem quando morremos nossa “casa interior” está totalmente decorada, sempre ficará faltando alguma obra de arte.

Com equilíbrio, você torna-se capaz de escutar e entender melhor os seus liderados e assim servi-los para que sejam mais felizes e consequentemente mais eficientes e eficazes. Consegue dar a cada um, o que realmente necessita. É isto que propicia um ambiente de motivação. Além disto, é preciso liderar pela diversidade, contratar pessoas que supram as deficiências da organização e não, simplesmente, alguém que seja uma mera cópia daqueles que estão no poder. A agilidade de mudar seus comportamentos de acordo com a situação será fundamental para liderar pela diversidade.

Um líder que faz a diferença é capaz de preparar seu sucessor e contrata pessoas que poderão vir a ser tão aptas quanto ele. Não gerencia pela mediocridade, mas trabalha para que todo o grupo se desenvolva. Isso se faz atribuindo responsabilidades e verificando quais são as suas necessidades. Além disso, a humildade de admitir que não sabe tudo e ter coragem de enfrentar os desafios. Essas são as características fundamentais em um líder.

Ainda falando das características do líder que constrói uma equipe coesa, eficiente e eficaz, é quando ele em algumas situações assume o papel do líder coach, utilizando a técnica de questionar os seus funcionários para que eles próprios cheguem à resposta de como solucionar os seus problemas. Desta forma, este líder estará ganhando comprometimento de seus colaboradores, pois as soluções virão dos mesmos e não do líder.

Outro ponto importante é manter sua rede de relacionamento ativa. E isto deve ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.

Lembre-se que hoje quando você usa qualquer mídia social, você está se expondo e aumentando sua rede. Todo cuidado então é pouco! Mas você tem que estar na rede! E para não perder as rédeas, mesmo em situações e ambientes de total ambiguidade, use a resiliência pessoal. Ou seja, tenha autocontrole, conheça bem o território, fique informado sobre os recursos disponíveis e trace um plano de ação.

Equilíbrio e Agilidade farão de você o “super homem” ou a “mulher maravilha” que são tão almejadas hoje dentro das organizações. Você estará pronto!

Irene Azevedo é colaboradora do Blog do Monster, diretora de negócios da LLH|DBM, professora de gestão de pessoas na BBS Business School e é uma simpatia de pessoa! 

Comentários Recentes

  • adeilson:
    Dona Irene, deixa eu te dizer uma coisa: seu artigo é excelente e cuidadosamente produzido. Até parece que você leu meus pensamentos. Porém o mercado de trabalho não está mostrando isso que você vê nas nossas lideranças. Perdi cinco empregos desde dezembro por deficiência da administração. Procuro uma psição para administrar, no entanto, sem sucesso. Me sinto sufocado antes de dar os resultados positivo. Os primeiros meses são um sucesso, mas acabo me esbarrando na ferida da empresa. a consequência de líderes que não resolvem seus problemas é o desemprego de seus liderados. Isso é grave e resulta em déficit para a empresa. Existem milhares de empresas no Brasil, mas muito poucas praticam suas idéias.
  • adeilson:
    conheça a verdade e ela te libertará

4 abr 2012

Brasileiros trabalham demais?

Artigo

Você fica muitas horas no escritório ou leva trabalho para casa? Fique sabendo que esse tipo de comportamento está cada vez mais comum. Pesquisa revela que 61% dos brasileiros levam trabalho para casa. E você? Responda nossa pesquisa.

Comentários Recentes

  • monsterbrasil:
    Mestre! Nossos sinceros agradecimentos pelos seus comentários! O papel do blog é abrir o canal para diversos olhares sobre o mesmo tema. Adoramos você também! Abraços, Fabíola
  • DIRCEU M. MARQUES:
    Quando você por qualquer razão passa por uma fase na área profissional que exige um expediente mais prolongado, informa seu cérebro que essa atitude é boa, e sua atitude perante as outras pessoas redundam em elogios e maiores volumes de resultados em produtividade e eficácia. Daí, quando tenta diminuir a carga de trabalho, tem-se a sensação que estamos inoperantes, preguiçosos, então não admitimos (perder tempo), pois ficamos com vínculo das atitudes anteriores, momento que torna-se um ópio. Levamos trabalhos nas viagens de lazer, temos a necessidade de estar disponíveis com 3 chips no celular, levamos note book até para cama. Acordamos de madrugada com aquele idéia fantástica, e damos a desculpa que na madrugada é o melhor horário para trabalhar, pois ninguém interrompe. Respiramos, bebemos, comemos e pensamos insessantemente em trabalho criando desculpas incríveis para trabalhar até no (Water Closed), que aproveita para deixar em dia nossa leitura dos jornais e revistas. Uma verdadeira loucura. Quando o corpo cobra, com pressão arterial elevada e encaminham o dito cujo para o hospital, ele assina sua própria alta, pois ficar deitado em repouso é pecado. Aí o incansável passa a ter os resultados, porque o corpo cobra, e cobra caro. Mas, nunca será tarde para a recuperação. Um SPA passa ser uma boa opção, reprograme-se, comece tudo de novo, lembre-se: o cérebro é burro, e voce é o Diretor que vai administrar as mudanças, paulatinamente. Voce passa a respirar corretamente, descobre que precisa beber água, alimentar-se, divertir-se, observar atentamente as flores, os pássaros, as núvens, o amanhecer, o anoitecer, as estrelas e principalmente dar atenção as pessoas que voce conseguiu cativar com a execução de seus trabalhos maravilhosos, sentir que elas continuam te amando mesmo que trabalhes 8 horas por dia de segunda a sábado. Um forte abraço a todos Amo voces Dirceu M. Marques

4 abr 2012

Brasileiros levam mais trabalho para casa?

Artigo, Desempenho

Segundo pesquisa recente realizada pela consultoria Randstad, 61% dos profissionais brasileiros resolvem questões do trabalho em momentos de folga ou no seu tempo livre. Outro dado da pesquisa aponta que 36% precisam estar disponíveis para assuntos relacionados ao trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana. Mas será esse um comportamento tipicamente brasileiro?

A coach Jaqueline Weigel acredita que falta método ao profissional brasileiro para priorizar tarefas

Para a coach Jaqueline Weigel, diretora da Weigel Coaching e do Núcleo de Coaching Integração, esse percentual deve ser ainda maior. “Levar trabalho não é só fisicamente, mas também psicologicamente, mentalmente estar ligado ao trabalho”, explica. Wiegel acredita que esse volume de tarefas se deve a muitos fatores, mas certamente a dificuldade de administrar, além de um volume excessivo de tarefas.

“Falta método, priorização do que fazer. Brasileiros querem fazer tudo ao mesmo tempo. Em empresas fora do país que diversidade cultural, essa deficiência de métodos fica muito visível”, observa a coach. Na avaliação da especialista, esse é também é um gap da própria formação das escolas de negócios do país. “Outras instituições tem uma metodologia mais focada nesse tema”. Cabe aos chefes também compreenderem quando há uma negativa por parte do colaborador. “Os antigos chefes não sabem ouvir “não”, mas o líder do século XXI sabe que o “não” é importante”, destaca.

Irene Azevedo, professora da BBS Business School e diretora de negócios da LLH|DBM, disse em sua palestra para o Monster Brasil, que esse é um problema da cultura latina. “Talvez por complexo de inferioridade, queremos mostrar trabalho, que somos capazes. Trabalhamos demais. Em qualquer outro país as pessoas saem às cinco horas da tarde e vão cuidar de sua vida pessoal”, compara.

A engenheira química Erika Chaer Dib mora em Belfast e sai todo dia às cinco da tarde

Morando no Reino Unido há dois anos, atualmente em Belfast, na Irlanda, a engenheira química Erika Chaer Dib, 31 anos, concorda. “Aqui as jornadas são muito mais respeitadas. Você pode estar fazendo o relatório mais importante, mas se deu seu horário, todo mundo respeita sua saída”.

A engenheira pondera, no entanto, que essa característica “hard workers” do Brasil está relacionado também ao ritmo de crescimento do país. Erika destaca que todas as multinacionais contam atualmente com o desempenho de países do Brics para terem um resultado global positivo, uma vez que não podem mais contar com mercados estagnados como o europeu.

“Além disso, a abundância de empregos que temos hoje nunca foi o cenário predominante. Então fomos educados a agarrar com “unhas e dentes” o emprego que temos e assim aturar de forma mais acomodada essas jornadas extras”.

Mesmo no agitado mercado publicitário, Joniel Franco não leva trabalho para casa

Para Joniel Franco, 40 anos,  que já atuou como publicitário durante seis anos em Barcelona, e desde 2006 na Alemanha, atualmente diretor criativo da Agência Blast Radius, mesmo com toda a adrenalina própria da área de publicidade, os funcionários costumam sair do trabalho por volta de cinco horas. “Em geral o pessoal não leva trabalho pra casa. Eu mesmo não gosto. Aliás nem consigo. Quem faz isso normalmente são os freelancers, e mesmo assim, só os mais perfeccionistas”, diz Franco.

 

As pessoas estão mais temerosas com seus empregos, avalia Renata Klawer

A designer brasileira Renata Lucena Klawer, 38 anos, residente em Barcelona há mais de cinco anos também confirma: apesar de toda a crise financeira na Espanha e em toda a Europa, as pessoas trabalham somente oito horas por dia. “Existe sim uma mudança no volume de trabalho, um temor de perder o emprego, porque como toda crise, houve redução de pessoal e consequentemente, mas trabalho para quem se manteve na posição. Ainda assim, as jornadas são muito respeitadas”, explica.

DICAS – Com mais de 2.000 horas de atendimento individual, em grupo e de equipe,  Jaqueline Wiegel afirma que em seus atendimentos o fato mais comum em casos de baixa produtividade é os profissionais admitirem não saber administrar o tempo durante o expediente. Para quem quer reduzir a jornada e não levar o trabalho para casa, a coaching deixa algumas dicas:

  • Ter clareza do seu papel na empresa, quais são exatamente as suas funções;
  • Saber o que é preciso ser entregue do seu trabalho, qual a expectativa com as suas atividades;
  • Usar a matemática para saber o que é possível fazer, calcular prazos e comunicar com segurança o que é possível fazer;
  • Saber dizer “não” para novas demandas;
  • O ideal é que as pessoas façam o planejamento das ações durante 80% da jornada de trabalho e em 20% as execute
  • Lembrar-se que trabalho é muito importante, mas não é tudo. Caso contrário, a possibilidade de adoecer em algum momento é grande.
  • Blindar a vida pessoal.
E o que você acha de tudo isso? Você também leva trabalho para casa? Mande seu comentário para nós!

 

Comentários Recentes

  • monsterbrasil:
    Não é fácil... ;) Obrigada pela sua participação!! A casa é sua!
  • monsterbrasil:
    Raquel, concordo com você e profissionais da educação quase sempre são esquecidos na qualidade de empregados, talvez porque tenhamos essa imagem romântica de que o magistério é meio que um sacerdócio. Muito obrigada pelo seu ponto de vista, já está publicado em nosso blog. Tenho certeza que a autora também fará alguma observação sobre seu ponto de vista. Abraços!

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