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3 fev 2012

Sexta-feira, acerte no casual Day!

Marketing pessoal

Eba! Sexta-feira, último dia da semana, trânsito mais pesadinho, mas em compensação, você poderá deixar o tailleur em casa, quem sabe o salto e os moços sem a obrigação da camisa social, terno e gravata. Sexta é dia de casual day! E também o dia dos mais terríveis equívocos no figurino. Muita gente confunde a informalidade com um estilo “vou ali na padaria” ou ainda, ”eba, hoje a balada é na empresa”, com acessórios demais e aquele decotão de tirar o fôlego do colega..

“Manter a elegância na informalidade é o segredo”, alerta a stylist Amanda Chatah. Conversamos com Chatah  para saber quais são os erros mais comuns cometidos nos casual days:

Efeito pijama – “Roupas puídas, com aspectos de muito usadas,  largas demais, compridas demais com aquela cara de que você acabou de sair de cama”

 

 

Efeito travesti – “Tudo colorido demais, tipo Pink com amarelo, decotes e saias curtas demais. Seu local de trabalho não é bonde do tigrão, fique esperta”

 

 

 

Efeito mulheres ricas – “Ser perua tem limites. Saltos demasiadamente altos, estampas de oncinha, tecidos brilhantes, muitos acessórios podem assustar clientes, chefes e prospects. Menos é mais, sempre”

 

 

 

 

 

Amanda destaca que a forma como nos vestimos é nosso primeiro cartão de visita. Portanto, pesar de ser casual day, manter a linha com bom gosto faz bem à alma, aos colegas, superiores e clientes. Algins looks indicados pela stylist para você acertar no espelho e no trabalho:

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2 fev 2012

Hoje é o dia do agente fiscal! Afinal, para que servem as efemérides?

Artigo, Clima organizacional

E também é dia de Iemanjá, meu arquétipo predileto para reflexões, pedidos e agradecimentos. Sem falar na bela festa que rola em Salvador nesta data. Ontem foi o Dia do Publicitário. Essas datas comemorativas são chamadas de efemérides.

Efemérides significam, em latim, “memorial diário”, “calendário” (ephemèris,ìdis), ou, em grego, “de cada dia” (ephémerís, îdos). A palavra efêmero/a (“que dura um dia”) tem a mesma etimologia. Uma efeméride é um fato relevante escrito para ser lembrado ou comemorado em um certo dia, ou ainda uma sucessão cronológica de datas e de seus respectivos acontecimentos.

O tema despertou uma conversa animada na reunião de pauta no blog sobre fazer – ou não – posts homenageando datas e profissionais do dia. Lembrei dos belíssimos doodles que o Google nos presenteia nesses dias especiais. E como foram importantes, na época da faculdade, comemorar os 100 anos de Oswald de Andrade, os 30 anos de maio de 1968 e tantas outras datas especiais e aniversários de personalidades que marcaram a história.
A depender do evento, as efemérides criam um verdadeiro buzz na sociedade. São seminários temáticos, “100 anos do nascimento de Freud”, Dia do Professor, e encontramos matérias sobre educação e condições do profissional educador nos mais diversos canais de comunicação. São novas abordagens que nos dão a oportunidade de conhecer mais sobre aquela personagem da história, determinada profissão ou momento histórico.
Então resolvemos que sim, vamos vez ou outra dar um espaço nesse blog para efemérides. Hoje, por exemplo, é dia do agente fiscal, que é um cargo público. Em um país que apesar de ser a sexta na economia mundial, ainda está entre os 20 mais corruptos do mundo, vamos aplaudir esses heróis que se debruçam sobre sonegações, desvios e zelam pela saúde do país. Tenho certeza, os bons são a maioria. Feliz Dia dos agentes ficais!

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1 fev 2012

Você gostaria de trabalhar no regime home office?

Enquete

O sonho de trabalhar de casa já é uma realidade em algumas empresas. Segundo pesquisa realizada pela HAYS Recruiting Experts Worldwide, 31,2% das empresas já adotam o sistema de home office. Não por acaso, oferecer flexibilidade na jornada de trabalho tem se tornado um item valioso, um benefício, para atrair e reter talentos.

E o que você pensa sobre isso? Responda nossa pesquisa.


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  • Rita De Cassia Elias:
    Penso que o Home office por um lado abrange o benefício de privacidade e tranquilidade para um trabalho que exige reflexão, por outro lado pode ter o fator negativo de nos tornarmos isolados do mundo real.

1 fev 2012

Pesquisa revela que 30% das empresas já adotam regime de home office

Gestão de Pessoas, Tendências e Inovação

O sonho de fugir do congestionamento em horários de rush nas grandes cidades, levar o filho para a escola ou ouvir música enquanto desenvolve um projeto está cada vez mais próximo. Segundo pesquisa realizada pela HAYS Recruiting Experts Worldwide, 31,2% das empresas já adotam o sistema de home office. Não por acaso, oferecer flexibilidade na jornada de trabalho tem se tornado um item valioso, um benefício, para atrair e reter talentos.

Cerca de 72,7% das respostas das empresas consultadas argumentam a qualidade de vida e a retenção de talentos para adoção do home office. Limitacão física ficou com 60,3% e alcance de metas de sustentabilidade (19,8%). Mas o resultado mais positivo fica na conclusão de 69,3% dos entrevistados que avaliam que os resultados entregues pelos colaboradores que trabalham em casa são os mesmos de quem marca presença na empresa.

A nova tendência já é percebida em setores de serviços com 22,9%, bens de consumo com 13,7%, Farmacêutico 9,7% e Telecomunicações 5,7%.

“É uma tendência do mercado nacional que também pode ser oferecida ao profissional como forma de benefício”, afirma André Magro, gerente da Hays Human Resources em São Paulo. O gerente ainda explica que é preciso apresentar alto nível de concentração para que o trabalho não seja prejudicado. As empresas multinacionais, por já possuírem essa cultura, demonstram maior aceitação em adotar o modelo de home office. “Áreas que não têm dependência com outros setores de negócio da empresa conseguem atuar melhor fora do escritório, como é o caso dos profissionais de venda. Isso acontece porque eles possuem metas tangíveis e precisam atingi-las para apresentar resultados à empresa”, conclui.

De acordo com o estudo, a prática é mais adotada por profissionais que ocupam a posição de gerente (78,4%), em seguida estão coordenadores (56,7%), diretores (48,5%) e analistas (44,8%). Conversamos com André Magro, gerente da área de expertise Hays HR para saber como essa tendência poderá impactar sua carreira no dia-a-dia:

Emprego & Carreira – Permitir trabalho em home office deverá ser uma prática cada vez mais adotada pelas empresas? Por quê?

André Magro - Sem dúvidas, a tecnologia permite que o funcionário esteja acessível e disponível praticamente 24 horas por dia. Não é mais necessário presença física para entregar resultados. Além disso, fatores como trânsito, falta de espaço nos escritórios e outras realidades favorecem o home office.

E&C – Quais ainda são os maiores temores das empresas para exigir a presença física de seus colaboradores?

AM - Falta de controle, queda na produtividade e falta de comprometimento dos colaboradores são os receios mais freqüentes.

E&C – Como gestores e profissionais podem justificar a solicitação para se trabalhar remotamente?

AM - Garantir que o prazo de entrega será respeitado. Apontar fatos e dados que provem que a presença física não é necessária como mostrar mais qualidade da entrega de apresentação ou de um relatório, por exemplo.

E&C – Como o profissional que tem horário flexível e trabalha em casa deve se relacionar com essa nova realidade?

AM - Ele deve entender que toda mudança tem seu lado bom e ruim. Você ganha na liberdade, na flexibilidade, consegue conciliar melhor a vida pessoal e profissional, mas acaba perdendo nas interações, nas discussões e pode correr o risco de ficar um pouco esquecido. Não basta apenas entregar, tem que aparecer um pouco!

E&C – Que tipo de disciplina e ambiente ele deverá ter para manter sua produtividade?

AM - Não existe uma regra, tem gente que trabalha melhor no silêncio, outros com música. Tem gente que produz melhor de manhã, outros a noite. A dica é não se iludir com a liberdade e deixar tudo pra última hora.

E você, o que acha de trabalhar em regime de home office? Participe da nossa enquete, convide os amigos para termos um retrato sobre o que pensam os profissionais sobre esse tema. Dê sua opinião agora:


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31 jan 2012

Perguntas inevitáveis e respostas certeiras em entrevistas de emprego

Entrevista de emprego

Parabéns, você conseguiu com que o seu currículo fosse notado, e passou para a próxima etapa: a primeira entrevista de emprego. Saiba quais são as perguntas mais frequentes que os entrevistadores costumam fazer, o que evitar ao respondê-las, e no que apostar para se sair bem.

“Fale-me um pouco sobre você.”

Esta pergunta serve para quebrar o gelo e para ver como você improvisa em situações menos estruturadas. É também uma das primeiras e mais importantes oportunidades para causar uma boa impressão a seu respeito. Use este momento para projetar uma imagem positiva sobre você!

Evite:

  • “Ah, sei lá… O que você quer saber?”

O que parece uma manobra para estudar melhor o seu entrevistador acaba demonstrando insegurança, evasão e falta de preparo para a entrevista.

  • “Bom, eu sou um (___formação universitária___), tenho XX anos, trabalho em uma empresa de (___emprego atual___).”

Ai, que tédio! A pessoa que está na sua frente já leu o seu currículo; você não precisa repetir o que está lá.

  • “No meu tempo livre, curto minha família, meus amigos, cinema e leitura.”

Quatro das diversões mais seguras que você poderia citar. Isto não fala nada a seu respeito que poderia lhe diferenciar.

Aposte:

  • “Sou um aventureiro/detetive/domador de leões (___ou qualquer descrição alternativa sobre o que você faz___) que adora envolver os outros nos desafios/solucionar problemas insolúveis/testar novas tecnologias (___ou qualquer talento que você tenha QUE SEJA RELEVANTE PARA A EMPRESA___) e que evita a qualquer custo tomar decisões sem ter todas as informações antes/ situações de rotina/estourar o prazo de projetos (___ ou qualquer coisa que te irrite e que possa ser UM TRUNFO PARA A EMPRESA___).”

Este é o primeiro gancho para você prender a atenção de seu entrevistador. Não perca esta chance.

  • “Gosto de cinema amador e pesquiso novos cineastas.” ou “Gosto de literatura contemporânea, e de vez em quando escrevo algumas crônicas.”

Bem diferente de simplesmente curtir cinema e leitura, não é mesmo? Aqui, temos uma pessoa que nutre as atividades que lhe dão prazer. Isso faz de você uma pessoa interessante, multidimensional, com vida própria. Não se trata de uma criatura lesmóide que trabalha de dia e depois vegeta em casa. Ou no cinema do shopping.

“O que você acha que poderia contribuir para a nossa empresa?”

Este é o momento para você demonstrar, antes de mais nada, confiança nas suas competências específicas e, sobretudo, o quanto você conhece a empresa em questão.

Evite:

  • “Bom, eu sou uma pessoa trabalhadora, que se esforça muito e que procura uma oportunidade nova.”

“Genérico” define, não é mesmo? Este tipo de resposta decorre da mania de humildade que muitas pessoas têm. Aos olhos do entrevistador, aqui temos uma pessoa que não diz nada, apenas faz o que lhe é mandado. No futuro, se transformará em um daqueles funcionários que são apenas um número.

  • “Vocês trabalham com computadores, não é? (___dito para uma empresa de soluções de TI para inteligência de negócios___) Então, eu conheço Word, Excel e Power Point.”

Filhote, TODO MUNDO hoje em dia conhece esses três programas. É o tipo de coisa que nem vale mais a pena ter no currículo. E, por favor, senta uma meia horinha antes para entender as atividades da empresa para a qual você está se candidatando, está bem?

Aposte:

  • “Eu sei que a sua empresa nos próximos anos apostará em tecnologias móveis/conquista do mercado/retenção de clientes (___ou qualquer coisa importante sobre a empresa que você tenha pesquisado anteriormente___) e eu tenho bastante conhecimento/experiência em (___exatamente aquilo que a empresa precisará___). Por exemplo, (___insira aqui algum case de sucesso no qual você tenha sido diretamente envolvido, e quais os resultados concretos que você gerou – se possível, com números___).”

Grave isto na sua cabeça: a pesquisa prévia sobre a empresa e o seu negócio é IMPERATIVA. Igualmente importante: você deve conhecer aquilo no qual você é bom, e como isso ajudará o seu futuro empregador. Nada de falsa modéstia aqui, por favor.

“Você tem alguma pergunta que gostaria de me fazer?”

Lembre-se que, ao contrário do que muitos pensam, a entrevista de emprego é uma via de duas mãos. Você também precisa saber como é o trabalho, e se a empresa é certa para você.

Evite:

  • “Não, não tenho.”

Indica falta de envolvimento por parte do entrevistado, além de uma total ausência de ousadia e imaginação. Você CERTAMENTE tem dúvidas. Vamos lá, apresente-as!

  • “Sim. Quanto paga?”

Se esta for a primeira entrevista em todo um processo, é cedo demais para se discutir salários. Você tem que compreender direitinho as condições de trabalho, as horas extra, o que é esperado de você, quais os benefícios. Fazer esta pergunta a esta altura do campeonato demonstra amor apenas ao dinheiro, e não ao negócio e às atividades que você exerceria.

Aposte:

  • “Na sua opinião, quais os maiores desafios enfrentados por funcionários da sua empresa?”

Esta pergunta abre as portas para que o próprio entrevistador se expresse, e para que seja honesto quanto às dificuldades que ele mesmo encontra. De quebra, faz de você uma pessoa assertiva, que vai atrás de informações importantes, em vez de ser apenas um receptor passivo do que a maré lhe trouxer.

  • “Como são as perspectivas de desenvolvimento de carreira dentro da sua empresa?”

Além de projetar você como um profissional empenhado, esta pergunta demonstra seu interesse em entrar e ficar na empresa por um bom tempo, o que transmite segurança ao empregador. Fique de olho, contudo, na resposta. Será um bom sinal se o entrevistador descrever programas estruturados de evolução de carreira já estabelecidos na organização. Fique esperto se ele lhe der uma resposta vaga, pois isto pode indicar estratégias menos sólidas para desenvolver e reter os talentos da empresa…


Maria Clara Whitaker
, CEO e fundadora da VITAMINA, é psicóloga e Mestre em Psicologia pela PUC-SP, especialista em Administração  com foco em RH e Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e certificada em Coaching. Com mais de 14 anos de experiência em consultoria, para pessoas e grandes multinacionais, Clara tem contribuído com clientes nas Américas do Norte e do Sul, Europa, Ásia e África. Siga Clara no twitter pelo @vitamine_se.

 

Comentários Recentes

  • Thatiane:
    Gostei, sem dúvida uma das melhores dicas de "como se comportar em entrevistas"!
  • Elaine Evangelista:
    Matéria sensacional! Tirou muitas dúvidas. Normalmente as matérias relacionadas a esses assuntos são muito vagas e repetitivas. Obrigada pelas dicas!

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