2012, o Ano do Dragão!
Desejamos uma excelente decolagem para você!
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O post de hoje é dedicado a um tema trivial, mas não menos importante: bom humor no trabalho. Não há pesquisas que possam medir tal subjetividade, já que depende de tantas variáveis. Lembro nesse momento do delicioso livro de Eduardo Giannetti, “Felicidade”, onde ele simula uma discussão entre quatro amigos muito cultos sobre o que seria a felicidade, como mensurá-la, que paradigmas poderiam definir o quanto uma pessoa ou toda uma nação é mais feliz do que outra. Recomendo a leitura.
Uma das questões levantadas no livro é que se fôssemos entrevistados para uma pesquisa com esse objetivo, isso dependeria muito do seu estado de espírito no momento, o que colocaria em risco a veracidade dos dados. Imagine, se alguém pergunta se você é feliz no dia em que bateu o carro, foi assaltado ou perdeu um ente querido? Muito diferente também da resposta de alguém que acabou de ganhar um prêmio, uma promoção ou um novo emprego. Ou seja, a felicidade está condicionada a momentos e tem muitas variáveis.
Mas e o bom humor? Para além das pesquisas de clima dentro das empresas, muitas vezes realizadas com uma “pressãozinha” do chefe pra área ficar bonita na foto com a diretoria – ou seja, com respostas não tão sinceras – seria possível medir o impacto do bom humor na sua produtividade, no seu dia-a-dia, na sua criatividade?
Então a pesquisa de hoje é com você mesmo. O seu local de trabalho pode ser lindo, cheio de plantinhas e festinhas. Mas se ninguém dá um sorriso, ninguém se encoraja a uma piadinha (de bom gosto, claro) na hora da tensão, o ambiente fica pesado. O humor salva, reanima, dá forças. Gera produtividade.
Já passei por ambientes de trabalho em que a chefia era muito tensa. Mas o que segurava quando a “tensão” virava as costas era justamente o bom humor de todos os “subordinados” com relação àquela situação. O que eu acho mais engraçado, e aí vai meu “datablog” como base científica, é que todo lugar em que era muito ruim trabalhar, apesar da alta rotatividade, todo mundo acaba selando uma amizade quase eterna. Afinal, sobreviver ao inferno, só abraçando o capeta. Porque agüentar o climão, só com muita solidariedade e compaixão dos semelhantes.

Então, se você é gerente, gestor, supervisor, nosso conselho: sorria. Sorria com sua equipe, se algum projeto fracassou, reconheça e dê a volta por cima. Vai ser muito melhor superar. Se você ainda não está em cargos de liderança, mantenha o bom humor com os colegas. E se o chefe for do time, ria com ele também. Bom tudo isso é pra dizer um pouco que a gente deseja que em 2012, a “força” do bem, da alegria, da inteligência, esteja com você. O mundo fica bem melhor assim!

É praxe nas empresas que no final do ano sejam prestados balanços das atividades realizadas durante o ano. Com as áreas de RH e Desenvolvimento de Pessoas, não é diferente. Em empresas de médio e grande porte, esses relatórios já são uma prévia para participar de rankings das melhores empresas para se trabalhar. No entanto, uma dificuldade relatada pela maioria de gestores e especialistas em gestão de pessoas é a transformação dessas ações em índices, valores, prazos, ou seja, em uma linguagem de negócios.
Quantificar investimentos em consultorias, treinamentos, programas de coaching e trainee ainda é uma deficiência da maioria dos gestores de RH. Colocar em planilhas custos, resultados, aprender a criar os próprios índices de performance é um desafio para a maioria dos profissionais de RH. A origem dessa dificuldade pode estar na própria formação dos executivos de RH, muitas vezes com formação em Psicologia ou Administração que não dão a devida atenção – ainda – à importância de traduzir em números as ações de desenvolvimento de pessoas.
A busca por esses números começa na própria compreensão do RH sobre o core business da empresa, da produção até o cliente. Entender quais são os gaps, treinamentos necessários, plano sucessórios e subsídios para educação continuada vão gerar uma melhor percepção de como dar um feedback sobre os ganhos das ações do RH.
Alguns números que podem se transformar em linguagem de negócios:
Esses são algumas ações que podem se transformar em relatórios consistentes para que sua área conquista um melhor orçamento para o próximo ano e dê continuidade a um processo de gestão de pessoas moderno, que busque um ambiente que crie engajamento. Mas cada RH deve encontrar, dentro da especificidade do negócio de sua empresa, quais são os números mais significativos para transformar em valores, índices de desempenho e que gerem impacto positivo. Os negativos também são importantes para evitar que ações equivocados continuem se repetindo.
Existem diversos artigos de sites especializados que podem contribuir para que você crie uma cultura de negócios dentro do seu RH. Um deles é do consultor José Claudio Terra, da Terra Forum Consultores, sobre “Recursos Humanos, Negócios e Aprendizado”. No site Internativa.com.br, você encontra passo-a-passo, como fazer um plano de negócios que contemple práticas efetivas de RH, tais como gerenciamento de carreira, sistemas de recompensa, avaliação de desempenho entre outras ações.
Todo mundo tem a sua própria maneira de organizar a vida: post-its, recadinhos na mão, agenda tradicional, avisos no Outlook, enfim, há muitas opções disponíveis. Como um bom geração Y, prefiro as alternativas mais tecnológicas e geeks, por isso listei os cinco apps que considero essenciais para uma boa organização:
1 – Google Calendar: Se você já usa Gmail (caso não use, corra e crie uma conta), a agenda do Google é uma das melhores opções disponíveis. Com ela é possível receber convites de reuniões do Outlook, importar contatos de outras fontes, criar lembretes no próprio computador ou smartphone e contar com o recurso “encontrar um horário”, ou seja, o próprio Google vira sua secretária e tenta encontrar na sua agenda um tempinho para aquela academia que você ficou adiando até hoje.
Disponível para Android, iPhone, iPad e Web. Grátis.
2- Evernote: Esqueça o Word e bloco de notas. Esse app se define como uma “extensão do seu cérebro” e é bem por aí. Com o Evernote você poder criar anotações, colar imagens, salvar websites, criar listas de tarefas e até desenhar e o mais legal é a possibilidade de poder acessá-lo do seu smartphone ou diretamente do computador (on line e off line). Ah, e é gratuito.
Disponível para Android, iPhone, iPad, Web e Desktop. Grátis (para mais espaço é necessário pagar).
3- Google Reader: Sem dúvidas é o melhor reader on line disponível. Para quem ainda não conhece, o Google Reader permite que você adicione sites, blogs e páginas que considera de informação útil – ou inútil – em um só site. É como se fosse o editor de um jornal on line. Com Reader, é possível criar pastas por assuntos (por exemplo, “Tecnologia”) e adicionar todos os sites dessa área para facilitar a sua leitura, ou você pode ler todos os assuntos e pastas de uma só vez. Crie uma conta no Reader e adicione o feed do Emprego&Carreira lá clicando aqui.
Disponível para Android, iPhone, iPad e Web. Grátis.
4- Dropbox: Já superamos o disquete e agora podemos até mesmo superar o pendrive com esse programa. O Dropbox é um servidor “nas nuvens” que permite abrir o arquivo que você salvou no seu escritório naquela reunião com o cliente, seja do seu smartphone ou computador.
Disponível para Android, iPhone, iPad, Web e Desktop. Grátis (para mais espaço é necessário pagar).
5- Despertador Xtreme: De nada adianta manter a vida organizada se você não chegar no horário combinado dos seus compromissos. Para aqueles que já se acostumaram com o som do despertador e são amantes do “snooze”, indico esse app disponível para Android. É possível escolher várias opções para parar o alarme ou ativar o “snooze”, como resolver problemas matemáticos, estourar bolhas que aparecem na tela do celular, chacoalhar o aparelho e até mesmo caminhar uma certa distância. Está aí uma forma bem nerd, mas infalível, de acordar cedo.
Disponível para Android. Possui versões grátis e pagas.
Se o mundo realmente acabar em 2012, nada melhor do que deixar essa última semana do ano bem organizada, não?
Confira os links disponíveis ao longo do post e conte o que achou. Qualquer dúvida, pergunte!
Gustavo Café tem 23 anos e é o Y mais Y do Monster. Além de marketing, gosta de cozinhar, beber um bom café e tuitar ao longo do caminho. Twitter: @gcafe. A partir de hoje, Gustavo escreverá quinzenalmente para o blog.
Opa, chegamos a mais um final de ano. Não bastasse o implacável “senhor do tempo”, a velocidade com que recebemos informações no nosso dia-a-dia aumentam ainda mais a percepção de que tudo é muito rápido e que estamos sempre em atraso com alguma questão profissional. Mas agora estamos naquela semana entre o Natal e o Ano Novo em que o ritmo diminui e abra uma janela para fazer um balanço da sua carreira. Rever o que se passou em 2011, quais eram suas metas no início do ano e como você chegou até dezembro, certamente vai ajudá-lo a planejar 2012. Segundo Peter Drucker, o mais importante pensador da área de administração, “O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”. Então, embora fazer uma lista?
Escreva, comente consigo mesmo o que foram conquistas, como elas aconteceram e o que não deu certo… também. Entender nossos obstáculos, nossas limitações ajudam a dar um passo seguinte. Um post bem bacana sobre a importância desse planejamento nos dias de hoje é o da revista Você SA, que traz a experiência de alguns profissionais que “desenharam” suas carreiras passo a passo. Agora é fazer uma lista para 2012, de olho nas possibilidades, oportunidades e atento para não repetir os mesmos erros. Acredite: colocar no papel vai lhe trazer clareza para tomar fôlego e planejar-se dentro de um contexto mais real da sua vida!
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