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Archive for março, 2011

29 mar 2011

Você conhece seus próprios resultados?

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Só há muito poucos anos recrutadores, consultores e coaches passaram a perceber e valorizar  a importância dos “resultados” na hora de analisar, desenvolver um CV, orientar um candidato. A maioria dos currículos – e hoje ainda encontramos muitos assim – se restringia a uma cronologia profissional, com cargos e datas de admissão e saída. Formulários prontos. Era um jogo de dedução mais ou menos consensual: “ora, se ele trabalhou cinco anos nessa empresa de prestígio, com certeza é um excelente profissional”. Será mesmo?

Convictas de que seu capital intelectual é um ativo que traz diferença na competitividade, as empresas querem saber muito mais se onde o candidato trabalhou é de grande prestígio ou não. Querem saber o que ele é capaz de fazer, inclusive fora da empresa. Claro, empresas de grande porte, universidades com alto reconhecimento, pesam na hora de selecionar alguém. Mas se não estiver claro qual foi a contribuição do profissional onde ele esteve, esses dados podem tornar-se secundários.

As empresas de tecnologia em geral, pontocom ou desenvolvedoras de sistemas, ávidas por captar talentos, estão de olho nos resultados. Milhares de jovens da área de TI muitas vezes começam em pequenas e médias empresas, e lá terem conseguido resultados qualitativos.  Saber descrever esse resultado na hora de buscar novas oportunidades é crucial atualmente. E mais: descrever qual o foco da empresa que você trabalhava. Muitas empresas pequenas desenvolvem processos criativos e não tem um nome “famoso” ainda. Descreva, isso é importante. Por exemplo: “empresa com foco em games para celulares”.

Desenvolveu um sistema? Criou uma nova metodologia de trabalho? Reduziu custos? Participou da elaboração de um novo produto: Trabalhou em equipe? Aumentou o budget de sua área depois do sucesso de um determinado projeto? Essas são as informações que os recrutadores estão de olho, e isso não se restringe à área de TI.

Publicamos a pouco tempo em nosso blog a importância de experiências em organizações não governamentais, trabalhos de ação social, ainda que não sejam remunerados. As empresas sabem que essa é uma fonte de grande experiência e amadurecimento. Trabalhar em equipe, aprender a escutar, atendimento ao público, busca de soluções com poucos recursos, planejamento de campanhas são atividades que contribuem fortemente para fortalecimento do profissional mais tarde no ambiente corporativo.

Por isso, procure não fazer seu currículo rapidamente. O item “principais realizações” será um cartão de visita e tanto. Onde você apresentará seus resultados, onde você se sai bem, tem domínio e segurança. Não subestime a sua experiência. Reflita e mostre do que você é capaz e destque pelo menos cinco de suas grande realizações. Boa sorte!

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24 mar 2011

Coaching Interno, a segunda onda!

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Fátima Motta é coach interna da AG

Fátima Motta é coach interna da AG

Quando Giovanna D’Alessio, presidente do ICF (International  Coaching Federation) esteve em São Paulo para fazer uma palestra, afirmou: “A primeira onda do coaching foi a contratação das empresas de programas e consultores externos. A segunda, será ter coaches internos. Até o momento, podemos citar  duas grandes empresas que já fazem isso, a BBC e a Delloite, com muito sucesso”.

O que D’Alessio não sabia é que na platéia, estava Fátima Motta, coaching interna do Grupo Andrade Gutierrez, que se não fosse pela timidez, teria se levando e dito: “São três: nós também!”.  Igualmente com sucesso. Desde que a Diretoria de  Gente  apostou na experiência de ter uma coach interna, estava começando uma quebra de paradigma sobre a imprescindibilidade de um coach ser externo aos negócios da empresa. Ela não sabia, mas iniciava uma ação pioneira no mundo corporativo brasileiro.

Desde quando implantaram o programa, em 2008, 94 executivos já passaram ou estão passando, pelo programa de coaching interno da empresa. Para garantir isenção à Fátima Motta, depois dos dois primeiros bem sucedidos atendimentos experimentais, ela retirou-se  de todos os processos de gestão interna de RH  da AG para ter foco total nos profissionais que atendia, evitando qualquer possibilidade de conflito de interesses.

Os resultados foram registrados em um case, o qual tive o prazer de redigir e entrevistar os 22 profissionais que haviam passado pelo programa até então.  A privacidade de todos foi preservada. O sucesso do programa reflete nos processos de avaliação individuais e de 360º realizadas pela AG periodicamente. Gestores mais compreensivos, com capacidade de escuta, equipes mais participativas, maior empenho na formação de novos líderes e sucessores.

Mas também é preciso conhecer Fátima Motta para entender o sucesso do programa. Formada em Psicologia, foi contratada pela AG em 1998 e de lá pra cá passou por quase todas as áreas de RH dentro da empresa. Trabalhou com Recrutamento e Seleção, Avaliação de Potencial, Avaliação de Desempenho, Assessment, Treinamento, entre outros processos.

Observar talentos, descobrir potenciais e acompanhá-los sempre foi uma das atribuições que lhe deram imenso prazer. Já estava ali o embrião de coach que se revelou nos últimos anos. Seu sucesso como coach interna é fruto de uma vida profissional dedicada ao entendimento da complexa relação entre pessoas e o mundo do trabalho. Um caminho construído com discrição, respeito pelo outro, competência e credibilidade. Coaching interno é a segunda onda do coaching. Mas só pra quem pode.

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  • Jussara:
    Muito interessante ampliar a área de atuação do Coaching. Otimo texto. .
  • Jussara:
    Muito interessante ampliar a área de atuação do Coaching. Otimo texto.

22 mar 2011

10 Razões para você cadastrar seu currículo agora nas vagas da Teleperformance

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1. Paixão por pessoa: Na Teleperformance, trabalhamos com gente para atender gente.​ Queremos que as pessoas se sintam inspiradas, motivadas.​ Nosso maior objetivo é fazer com que você sinta orgulho de pertencer ao nosso grupo, por sua satisfação com o emprego e pelo incrível ambiente de trabalho.

2. Você desenvolverá todo o seu potencial: O Programa de Oportunidades Internas da Teleperformance realmente funciona! Reconhecemos o empenho de nossos colaboradores, seus resultados de desempenho e seu potencial.

3. Você se torna membro de uma empresa líder mundial: Somos mais de 100 mil colaboradores, espalhados pelo mundo.​ Temos culturas, raças, línguas e religiões diferentes, mas todos compartilhamos o mesmo compromisso: “O compromisso com a excelência”, e somos a empresa número 1 do setor.

4. Você tem acesso pleno a informações: Você dispõe de diversos canais de comunicação para falar diretamente com o presidente e demais executivos da companhia.​ Os seus comentários, sua participação e ideias são sempre bem-vindos!

5. Você aproveita as melhores práticas mundiais: Apoiamos ativamente o desenvolvimento profissional e pessoal de nossos colaboradores.​ Compartilhamos informações, conhecimentos e inovações globais, e oferecemos acesso a uma ampla gama de oportunidades de aprendizado, para seu enriquecimento pessoal e profissional.​

6.
Queremos a sua felicidade: Na Teleperformance, trabalhamos juntos e também nos divertimos juntos.​ Acreditamos que somente as pessoas felizes podem fazer a diferença.​ Mantemos um ambiente de trabalho positivo, profissional e prazeroso.

7. Somos uma empresa que preza a responsabilidade socioambiental: Nossos esforços de responsabilidade socioambiental têm impacto positivo na vida das comunidades onde vivemos e trabalhamos.​ Somos mais de 100 mil colaboradores, trabalhando juntos por um mundo melhor.

8. Você trabalha num ambiente justo: Na Teleperformance, todas as decisões administrativas fundamentam-se em dados objetivos.​ Seu futuro só depende do seu talento profissional, da sua dedicação e da sua capacidade de prestar um bom atendimento.

9. Você se diverte: Mantemos programas locais, regionais e globais que reconhecem os inúmeros talentos dos atletas, cantores e artistas que trabalham na Teleperformance.​ Nosso For Fun Festival é um concurso de arte, dança, música e esporte aberto a participação de todos!

10. O seu sucesso é o nosso sucesso: Somos uma empresa de gente.​ Nosso maior patrimônio é a nossa gente, saiba portanto que nos importamos com você.

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  • daiane:
    Realmente tudo que está escrito nesse artigo é verdade,trabalho na TP atualmente e tenho orgulho do Local onde trabalho. Se você quer fazer parte de um ambiente de reconhecimento profissional,achou o lugar certo. Daiane . Aux.de RH
  • Fabíola Lago:
    Querida, entre no site do Monster, www.monster.com.br, coloque no campo de paravra chave: Teleperformance e cadastre-se para as vagas. Capriche no portugues!! Beijos Fabíola

21 mar 2011

Teleatendimento com excelência: existe!

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Em um mundo de vozes eletrônicas, “aperte 2”para esse assunto, “aperte 9 para falar com um de nossos atendentes” e muita musiquinha eletrônica de espera, ser bem atendido é quase uma benção. Ouvir uma voz do outro lado preocupada em nos escutar e resolver nossas solicitações dá aquela deliciosa sensação de fé na humanidade.

Pois bem: se você não só gosta de ser bem atendido, mas também tem prazer em ouvir e procurar ajudar as pessoas, trabalhar na Teleperformance pode ser uma carreira promissora para você. Trata-se de uma empresa líder mundial em contact Center, cujo faturamento em 2010 foi de U$ 2,6 bilhões. Presente em 51 países, com cerca de 100 mil colaboradores. A missão da Teleperformance é “transformar paixão em excelência”.

A empresa já foi eleita pelo Instituto Great Place to Work como uma das melhores para se trabalhar e premiada como a segunda melhor agência de contact Center do Reino Unido. Se aquele estágio ainda não aconteceu, ou você por qualquer outro motivo quer voltar a trabalhar, é uma excelente oportunidade de se manter ativo. Não é preciso ter experiência anterior. Mas garra e dedicação são muito bem vindas!

Confira mais informações sobre a vaga aqui.

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17 mar 2011

Para inovar, empresas devem proteger seus talentos criativos

Artigo

Robert Rosenfeld: a paixão é um artigo raro nas organizações, por isso mesmo pessoas com características inovadoras devem ser protegidas para desabrochar seus potencial criativo.

É fácil associar a palavra “inovação” com tecnologia. Desde a revolução industrial o mundo se reinventa a partir de avanços tecnológicos. No entanto, as pessoas, e os princípios são a verdadeira sustentação de um processo inovador. Por princípio, entenda-se uma fundação sólida, insights que sejam universalmente aplicáveis e que permitam uma determinada melhoria. Esse é o conceito de inovação defendido pelo consultor Robert Rosenfeld, da Idea Connection System.
Ou seja, inovação é uma idéia que agrega valor à empresa, que gera negócios. Converte-se em ganho quantificável. Rosenfeld sistematizou seu conceito em três categorias: evolucionária, que melhora algo já existente; expansionista, que define um problema para modificar o processo e por fim, a revolucionária, que rompe barreiras e institui novos paradigmas.
Segundo Rosenfeld, para que boas idéias floresçam, é bom que o clima dentro das organizações seja espirituoso e de bom humor. Afinal, segundo o consultor, somente os apaixonados pelo que fazem podem trazer um diferencial criativo. E paixão pelo trabalho pode ser um artigo muito raro em dias de hoje. “Você não pode comprar a paixão, mas é muito fácil destruí-la”, diz Rosenfeld, falando sobre as características das pessoas inovadoras.
“Inovadores” normalmente causam certo incômodo dentro das empresas: não estão preocupados com hierarquia, regras, cargos ou prestígio. Mas são obstinados em buscar soluções, vibram com suas próprias idéias e quebram padrões estabelecidos. “São talentos que precisam ser protegidos para continuarem estimulados a converter problemas em idéias”.
Para que haja essa proteção aos seus talentos, Rosenfeld destaca a importância de valores “suaves”. A humildade é um deles. Criar espaços de trabalho que criem integração entre as pessoas para que as idéias sejam partilhadas, desenvolvidas e amadurecidas, é outro fator importante. O consultor afirma que o RH tem papel relevante na busca dessa esfera de inovação. Proteger seus talentos, dar o espaço necessário ao seu potencial e criar uma sistematização para que a inovação se materialize é sua principal missão na construção desse novo contexto competitivo.

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