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Archive for fevereiro, 2011

28 fev 2011

Consultoria aponta crescimento de vagas em 35% para executivos em janeiro

Artigo

A comparação é em relação a dezembro de 2010. Segundo pesquisa da Right Management, consultoria organizacional especializada em gestão de talentos e carreira, a indústria liderou as oportunidades de vagas em janeiro, com 54% das posições. Os segmentos que mais se destacaram no período foram o farmacêutico (35,3%), automobilístico (13,7%), eletroeletrônicos/eletrodomésticos (6,7%) e alimentos e bebidas (5,5%).
Já no setor de serviços, que ofertou 20% das vagas no mesmo período, o segmento de tecnologia da informação liderou com 25% das oportunidades, Telecom e consultorias apareceram empatadas na segunda posição com 16% cada e serviços especializados apresentou 11% das ofertas de janeiro. Os setores, agribusiness e comercial aparecem no estudo com 6% e 5% respectivamente.
“Dezembro é um mês mais curto e menos aquecido, em função das festas de final de ano. O mês de janeiro já nos mostra uma tendência positiva para os próximos meses sobre essa continuidade no crescimento das contratações”, afirma a diretora de Transição de Carreira da Right Management, Matilde Berna.
O estudo é realizado mensalmente pela consultoria e reflete números e tendências dentro do universo dos assessorados da Right Management.

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23 fev 2011

Profissionais com mais de 45 anos devem focar nos seus diferenciais

Currículo

De tanto falar sobre geração Y, esses jovens incríveis e inquietos que acessam twitter, facebook, assistem youtube enquanto desenvolvem um sistema, parecem ter nascidos com chip na cabeça, você pode imaginar que a sua vida profissional está com dias contados. Ledo engano! Com a escassez de talentos real e aguda que toma conta das empresas, profissionais mais experientes, com melhor discernimento sobre liderança e trabalho em equipe começam a ser foco de recrutadores em grandes empresas.
Recentemente, em entrevista para o Emprego & Carreira, a diretora de RH da Totvs, falou sobre a aceleração excessiva da geração Y para conquistar cargos com tomadas de decisão, uma expectativa às vezes imatura. “A liderança nasce do resultado de um projeto, do amadurecimento e principalmente do reconhecimento dos pares, caso contrário, ela deixa de ser consistente”, observa a executiva.
Empresas como Fedex tem procurado aumentar seu quadro com profissionais mais experientes, em busca de maior compromisso e compreensão do ambiente corporativo e seus desafios. O Banco Português do Comércio, cujo foco são médias e pequenas empresas, privilegia a contratação de talentos do mercado financeiro com mais de cinqüenta anos para lidar com seus clientes e prospects.
Na semana passada, em entrevista com o editor da Revista Melhor, Gumae Carvalho, o jornalista falou da importância das empresas focarem suas gestões de pessoas no mix de gerações, pois elas terão muito o que aprender uma com a outra.
A lição de casa desses profissionais para reconquistarem posições de relevância está na forma de apresentar essa experiência como diferencial em seus currículos. Nos itens de principais realizações, ele deverá “vender” as conquistas de sua trajetória. Descrever empresa, cargo e uma frase para a função são insuficientes. Descreva suas equipes, dê nome aos projetos em que esteve à frente ou participou e os resultados concretos que eles trouxeram nas companhias por onde passou.
Assim como pode ser leviano colocar todos os jovens de 22 a 28 anos com um comportamento sedimentado de geração Y, monolítico, os middle age terão que buscar seus principais diferenciais em sua jornada profissional para mostrar que tem muito mais do que cabelos grisalhos . Com uma boa reflexão, uma tarde voltada para si, você vai se lembrar de quantas vezes fez a diferença onde esteve. É atrás dessa diferença que as empresas mais antenadas estão focadas.

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21 fev 2011

Ações sociais incrementam a carreira. E a sua vida também!

Artigo

Muitas pessoas em busca do primeiro estágio sentem-se desconfortáveis com a pouca experiência apresentada no currículo. O que os jovens início de carreira muitas vezes esquecem de valorizar são ações extra-curriculares, aquelas que independem da sua formação escolar ou de uma atividade registrada como profissional. Pois saibam que participação na organização em eventos, organizações não governamentais e voluntariado são muito apreciadas pelos recrutadores na hora de desempatar currrículos que apresentem o mesmo tipo de qualificação.

Se você participou ativamente com um grupo de alunos em um seminário na sua faculdade, convidou os palestrantes, organizou apresentações e workshops, mostra que você é uma pessoa que vai além das suas obrigações como estudante, por exemplo. Recepção de calouros com intuito de coletar donativos para caridade (para tomar cerveja não vale!), campanhas do agasalho, formação de bibliotecas para alunos carentes, são práticas que indicam um perfil para planejamento, controle, marketing, divulgação. Se você poder mensurar o resultado desses projetos no seu CV , melhor ainda.

Criação de blogs ativos e comunidades nas redes sociais com objetivos de melhoria nos cursos ou pró alguma entidade carente, criação de causas também batem um bolão. Lembre-se, você é da geração Y! Talvez você tenha diversas atividades em redes sociais que são do interesse de muitas empresas e nem tenha percebido ainda!

Vamos a alguns exemplos:

Desenvolvi uma campanha para os mil alunos da faculdade durante a campanha do agasalhos que resultou em 500 peças de roupas e cobertores destinadas ao Abrigo São José;

Criei a causa em defesa do Rio Tietê como forma de fazer um abaixo assinado para o governo do estado e conquistei 10 mil adeptos;

Fui responsável pelo monitoramento das despesas da creche Maria Maria durante seis meses, reduzindo custos com alimentação e remédio a partir do melhor gerenciamento interno

Organizei passeio ciclístico no dia das Crianças com os moradores de três bairros da minha região mobilizando cerca de 150 pessoas, via redes sociais

E poderíamos citar centenas de cases parecidos. E se você ainda não aderiu a alguma ação social ou de caridade, é uma ótima oportunidade enquanto você não consegue um estágio remunerado. Ah, e o ganho não é só para ascender na carreira. Acredite: esse tipo de experiência fará de você uma pessoa ainda melhor!

Confira os artigos do Monster para incrementar sua carreira. Como fazer seu Cv e outras dicas para quem já tem mais tempo na estrada. Além de muitas vagas e notícias sobre as empresas que estão contratado. E se você é de RH, toda sexta-feira o Monster publica um artigo focado nas principais tendências de gestão de pessoas. Confira, escreva, comente!

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16 fev 2011

Para reter, o caminho será o mix de gerações

Artigo

Editor da Revista Melhor - Gestão de Pessoas

Editor da Revista Melhor - Gestão de Pessoas

 

“Um dos desafios do RH na crise de talentos será ter um olhar sob o prisma da diversidade”, afirma Gumae Carvalho, editor da revista Melhor – Gestão Pessoas, publicação oficial da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional). Em contato com diretores de RH de grandes empresas, consultores e membros da ABRH há mais de dez anos, a análise de Gumae parte do princípio de que a convivência entre diversas gerações – seniores e Ys – e de formações diferentes será um novo fator, positivo, para lidar com a escassez de profissionais qualificados.

“Existem empresas como a Fedex, por exemplo, que têm buscado, como alternativa ao apagão de mão de obra qualificada, a contratação de profissionais mais experientes”, comenta o editor. Ele destaca, ainda, que a citação da geração Y, da forma como é retratada em artigos, em blogs e por palestrantes, parece ser um bloco coeso, quando, na verdade, existem muitos perfis dessa mesma geração. Mas uma coisa permeia todos esses jovens profissionais: a ansiedade por crescer rapidamente e ter oportunidades de trabalhar em projetos no exterior, conhecer outras culturas. “O RH que quiser reter esse jovem talento terá de propiciar planos de carreira que incluam esse intercâmbio profissional”.

Da mesma forma, Gumae avalia que a importação de talentos para o Brasil tende a crescer. Sem querer citar nomes, diz que já ouviu mais de um executivo de RH dizer que, quando se trata de um talento, ele pode estar em qualquer país e cabe à empresa investir para atraí-lo e contratá-lo.”Talento é global”, destaca.

Sobre a possibilidade da vinda de uma quantidade expressiva de profissionais de fora do país para equacionar a escassez, Gumae acredita que essa pode ser uma realidade muito próxima. Especialmente por causa da explosão de segmentos estratégicos como é o caso do gás, óleo e energia de um modo geral. “Formamos 38 mil engenheiros ano. Um número pequeno comparado ao de outros mercados emergentes. E muitos desses profissionais são seduzidos pelo mercado financeiro. Eu mesmo tenho amigos nessa situação.” Um exemplo de como o país pode ser cada vez mais ponto de chegada de executivos é a discussão recente sobre o percentual de brasileiros que irão atuar nos projetos de extração do Pré-Sal.
Uma das saídas para enfrentar a escassez de mão de obra é investir na formação dos colaboradores e, nesse aspecto, o editor percebe existir no mercado uma retomada de investimentos nessas ações. “Mostrar que a empresa está preocupada com a capacitação do profissional não deixa de ser um fator de atração”, comenta. E, em muitos casos, de preocupação também, em especial por parte das organizações que temem preparar um funcionário e, depois, perdê-lo para o mercado. “Isso faz parte do jogo, mas quando a companhia oferece mais do que treinamento, esse medo pode diminuir.” Ele se refere a ter um ambiente saudável no trabalho, um bom clima organizacional, um bom pacote de benefícios e uma boa remuneração. “Isso nem sempre custa muito. Mas, com certeza, custa menos do que perder as pessoas certas.”

Gumae comenta que o processo de retenção dessas pessoas certas começa no recrutamento e seleção do pessoal. “Certa vez, ouvi de um grande executivo de RH que é preciso mostrar verdadeiramente a empresa e olhar para o futuro do profissional na companhia para poder errar menos nesse processo. Acredito nisso. É como num casamento: É como o casamento: você tem de pensar que é para sempre, ter esse encantamento. Às vezes dá certo, às vezes dá divórcio. Mas na hora da aliança, tem de acreditar”, brinca o editor.

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15 fev 2011

Você já é global? Não? Faça a mochila agora mesmo!

Sem categoria

Falar inglês fluentemente, estudar ou mesmo ter uma experiência profissional no exterior, seja de babysitter ou bartender tem sido o pré-requisito de um número cada vez maior de empresas. Observe os programas para trainees de grandes companhias, aquelas vagas em empresas de TI que são seu sonho de consumo: elas necessitam de pessoas com uma cabeça global. Até mesmo redes de restaurantes internacionais prestigiam os candidatos que apresentam essa “vivência” fora do país.

Se você ainda não incluiu essa experiência internacional na sua bagagem, não perca tempo. Realize o sonho da mochila nas costas. Pode ser um programa de intercâmbio de seis meses a um ano, um emprego temporário ou se você já é formado, um curso de pós-graduação. Preste atenção: essa experiência será cada vez mais solicitada e decisiva na hora de candidatar-se às vagas nas empresas. Especialmente em um contexto de crescimento como é o caso do Brasil. A chegada de capital externo mostra a inserção do país no cenário global. E com ele, a importância de saber se comunicar com o mundo.

Henrique Massa, estagiário do Monster, sentiu de perto a diferença que um intercâmbio faz no início da carreira. Ele ficou um ano em Dublin, na Irlanda. “Eu não falava nada em inglês. Com três meses já estava muito melhor. Procurei não conviver com brasileiros para forçar a fluência na língua, passeava pela universidade e fiz amizades com irlandeses, ingleses e outros europeus do campus. Quando cheguei ao Brasil, recebi propostas de três empresas para trabalhar. Fui para o Yahoo e agora estou no Monster. É um investimento que vale muito a pena”. Para Henrique, o fato de ter morado sozinho e se “virado” diante das dificuldades também trouxe muitas habilidades, uma nova forma de descobrir soluções com autonomia.

O investimento em um intercâmbio pode variar de acordo com o país que você deseja, dos programas existentes, se estão conveniados com escolas, opções é que não faltam. Existem programas a partir de R$ 7490,00. Vale a pena vender o carro ou negociar um empréstimo com seus pais se o problema for grana. E claro, você pode trabalhar. O Monster permite que você pesquise vagas de emprego em 55 países. Outras dicas são as contratações para trabalhar em cruzeiros, na Disney, e dar uma busca na internet para conhecer dezenas de agências que oferecem intercâmbios e programas profissionais.

Segundo Thereza Abraão, membro do Comitê de Criação da CONARH, o espanhol é o segundo idioma mais desejável no meio corporativo brasileiro. Portanto, ser bilíngüe ainda é um diferencial. Alguns sites bacanas para você planejar sua viagem:

www.ci.com.br

www.worldplace.com.br

http://www.ef.com.br

http://www.londonconnexion.com.br/

www.agbr.com.br

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