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Archive for janeiro, 2011

31 jan 2011

A pós-aposentaria é longa. E bela!

Artigo

Por Andreza Santana, gerente de marketing do Monster Brasil

Publicado no Jornal da Tarde em 31 de janeiro de 2011

Se você tem mais de 40 anos e assistiu ao filme “RED – Aposentados e Perigosos”(2010), certamente teve bons motivos para rir. Os atores Bruce Willis, John Malcovitch e Morgan Freeman todos com mais de 50 anos, estão em ótima forma como espiões que retornam à ativa. Em segundo, porque você percebe que velhice é um conceito cada vez mais, mais… velho! Mick Jagger já passou dos 60, assim como Gilberto Gil, Tom Zé e todos continuam joviais.

O fato é que o significado de aposentadoria tem “rejuvenescido” a cada dia. Pijama, chinelão, sofá e controle remoto já não correspondem ao perfil de quem se aposenta atualmente. Isso não se restringe às celebridades: milhares de cinquentões e sessentões de jeans e camisetas pelo mundo. Fazendo pós-graduação, criando pequenos empreendimentos ou praticando yoga nos parques.
Já é uma tendência em empresas globais de grande porte, por enquanto, poucas nacionais, reconhecidas pelas suas boas práticas de gestão, criar programas próprios para preparar o período pós-aposentadoria de seus executivos. Muitos deles são convidados a se tornarem coachs e ajudar na formação das novas lideranças. Afinal, são profissionais com profundo conhecimento do ambiente corporativo. Outros passam a ter um coach que já passou por essa transição para orientá-lo sobre as próximas etapas de sua vida. Podem ainda prestar serviços à própria empresa consultores em regimes de trabalho mais suaves.
Para quem gosta da agitação corporativa é uma excelente alternativa. Nesse processo de outplacement, outra fatia desses executivos sonham com a vida idílica no campo ou na praia, longe dos grandes centros, deitados na rede. Podem tornar-se pequenos empreendedores, constituir uma loja, ou até uma fazenda de produtos orgânicos. Mas esteja convicto dessa opção! Depois de certo tempo no campo, para quem viveu em reuniões e posições de comando, a vida pode tornar-se um… tédio.
Para escolher esse caminho com segurança, se a sua empresa não oferece um coach, você pode contratar um para conhecer melhor a si mesmo, redescobrir seus projetos paralelos à carreira profissional e o que seria uma nova atividade produtiva para exercer com prazer e lucratividade. Afinal, porque um antigo hobby não pode se transformar em uma expertise para um novo negócio? Ter um interlocutor, seja um coach ou mesmo um psicoterapeuta que você respeite, vai ajudá-lo a escutar seus próprios sentimentos, definir seus desejos e como realizá-los.
Trabalhar é bom. Recentemente a revista científica inglesa British Medical Journal publicou uma pesquisa realizada com 3500 funcionários da Shell durante 26 anos e descobriu que os aqueles que se aposentaram com 65 anos, viveram até os 80. Já os que se aposentaram com 55, morreram aos 72 anos. Os que saíram da empresa aos 60, chegaram até os 76. Ou seja, manter-se ativo proporciona longevidade.
No Japão, quem sofre são as esposas quando seus maridos passam a ficar em casa a maior parte do tempo. Sem equipes para gerenciar ou resultados para alcançar, sobra para as senhoras japonesas “agüentar” o ex-chefão dando ordens dentro de casa. Até então, um espaço só delas.
Do ponto de vista financeiro, para manter o mesmo padrão de sua vida ativa, é importante fazer aplicações financeiras de médio ou longo prazo, tais como planos de previdência privada, ações, imóveis entre outras opções. Bancos e consultorias especializadas podem ajudá-lo a decidir o melhor investimento para seu perfil. Se por um lado você terá menos despesas como mensalidades escolares, precisará de um melhor plano de saúde.
Mas para fazer todos os projetos que estão na gaveta, pós-aposentadoria, tornarem-se realidade, é preciso planejamento. Dados de mercado mostram que a idade média de aposentadoria dos executivos de grandes corporações brasileiras era de 65 anos até recentemente, mas caiu para a faixa dos 55 aos 58 anos, como forma de renovar seus quadros. Se você já está com 45, é hora de organizar seu futuro para os próximos 30 anos. Não perca tempo. A vida é longa e bela!

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28 jan 2011

E bota os executivos pra sambar!!

Artigo

Quem trabalha com RH há mais de 15 anos já passou por diversas “tendências” de treinamento. Andar de asa delta ou fazer canoagem poderia treinar as equipes para situações de mudança, turbulências, novos desafios, além de ser, claro, muito divertido pra todo mundo. Também houve uma época de jogos. Jogos de baralho, xadrez, tabuleiro voltado especialmente para conscientizar sobre ações de segurança ou novos programas implantados pela empresa. Todos são válidos, na verdade, nenhum “saiu de moda” completamente. Mas como a criatividade não tem fim, recebi agora um e-mail sobre um treinamento pra lá de inusitado: a Escola de Samba Corporativa!

Mais adequado para um período pré-carnaval, impossível. Segundo informações da Aliente – Soluções em eventos Estratégicos -, que criou o programa, tocar em uma bateria de escola de samba afina, literalmente, o grupo. Exige concentração do time para tocar os instrumentos em sintonia, sempre respeitando o perfil de cada um nas funções da bateria. Além disso, o programa inclui mestre-sala, destaque de luxo, porta bandeira, mulatas, baianas, puxador, cavaquistador e sabe lá Deus o que mais!

A duração do curso é de apenas duas horas ou meio período. E segundo o release, dá excelentes resultados. O que duas horas de sambão pode fazer de mal?Agora, gestores de RH, pode ser que a escola de samba traga mesmo coesão ao grupo, trata-se de um treinamento inovador. Mas ver algum gerente mais prepotente ser escolhido para sair nas alas da baiana, cá pra nós, não tem preço!

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  • Maris Silva:
    isso que é um treinamento com samba no pé! aqui na empresa fizemos duas festas de confraternização na escola de samba Vai Vai, com show da bateria e aquele clima carnaval fora de epóca. =)

26 jan 2011

Um coach para chamar de “seu”

Artigo, Currículo

Se você trabalha em uma empresa de grande porte, certamente já ouviu falar em programas de Coaching. É quando a empresa contrata profissionais renomados e qualificados como coach para incrementar a carreira de determinados executivos. Os coachs são uma espécie de “terapeutas” do mundo do trabalho. Apesar dos coachs não gostarem muito da comparação, já que é a psicanálise que aprofunda questões mais emocionais, traumas, relações familiares, o coach trabalha dentro do universo do executivo. Ambas as práticas possuem a “escuta” como elemento fundamental para ajudar seus clientes.

“A psicanálise cuida do passado, nós cuidamos do futuro”, disse-me certa vez um coach durante uma entrevista. Não se trata de esquecer o que fez nos anos passados com sua experiência profissional, de modo algum. Mas ela será o material para gestar um planejamento de carreira dali em diante. Se durante o processo o coach perceber a necessdidade de tratamento terapêutico, ele certamente vai orientar seu coachee para procurar um psicoterapeuta.

As empresas contratam coachs para seus executivos para melhorar aspectos de suas lideranças, para realizar seus planos sucessórios, afinal mesmo os executivos com grande capacidade de liderança se aposentam… Também para formar novas gerações de líderes, potencializando suas qualidades e melhorando seus pontos fracos.

O que poucos profissionais sabem é que existem coachs para as mais diversas áreas da vida profissional. De executivo para grandes corporação a criativos de agência de publicidade, empresários que começam a ver a expansão dos negócios e precisam ter outra atitude, até mesmo para pequenos empreendedores. Mas muito interessante, é a ajuda de um coaching num processo de transição de carreira. Os currículos acabam sendo virados do avesso de forma muito positiva. Uma injeção de auto estima vem à tona!

Isso acontece porque durante as sessões de coach, você está livre para falar sobre as atividades que tem mais prazer em exercer. Volta ao seu passado profissional para lembrar como foi bom ter trabalhado com determinada equipe, ou como você ficou feliz ao fechar as metas propostas pela empresa. São momentos e circunstâncias que muitas vezes você nem se lembra de como fizeram a diferença na sua vida. E acaba esquecendo de destacá-los no seu CV.

Como sempre abordamos em nosso blog, o que vai fazer diferença no seu currículo não apenas o formato ou a estrutura em que você apresenta informações profissionais sobre você. Mas sim a consciência do que você faz melhor, o que já conquistou como resultados, sua relação com equipes, sua alegria de trabalhar. Esse é o melhor currículo. Aquele que reflete suas melhores habilidades para lidar com circunstâncias que acontecem no mundo corporativo. Ninguém melhor do que você, sabe os desafios que já enfrentou com prazos, expatriações, início de operações de alguma filial e por aí em diante. Relate-os!!

Se você consegue refletir sozinho com o melhor da sua experiência profissional, ótimo. Mas se tem dificuldade de espelhar em seu currículo suas principais conquistas, procure um coach. Com certeza existe um que poderá atendê-lo dentro da sua área de atuação por valores que você possa arcar no momento. Eles não são terapeutas, mas que a sua carreira vai dar um salto, ah, isso vai!

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  • Mariana:
    Olá Renato, Só para esclarecer esse ponto: na verdade, um coach aborda o passado com foco no futuro. Isto significa que ajudará o coachee (cliente) a ressignificar crenças limitantes (geralmente formadas no passado), além das reflexões estimuladoras de autoconhecimento que você tão bem colocou. Essas reflexões são muito produtivas porque são sempre acompanhadas de ações equivalentes. Então há a oportunidade de unir o pensar com o agir naquela situação específica, tornando o processo muito dinâmico e fascinante. A diferença essencial entre a psicoterapia e o coaching é que a primeira vai fundo nos "porquês". Já o coaching prioriza o "como" dentro do contexto "daqui pra frente". [],s
  • Fabíola Lago:
    Prezada Fernanda, você tem toda razão em tomar cuidado. Existem associações nacionais e internacionais que certificam coachs. Revistas especializadas em RH , Carreira e Emprego também trazem nomes conhecidos do segmento. Mas pegar informações com amigos ou colegas que tenham feito, ainda é a melhor pedida. Boa sorte!

24 jan 2011

Programa de Estágio da ABB. Increva-se já!

Artigo

 Iniciar a carreira profissional em uma empresa de renome, com um programa de estágio estruturado para você desenvolver suas habilidades e ganhar experiência profissional faz muita diferença na sua carreira. Por isso, é preciso ficar atento aos programas de estágios que iniciam em 2011. Cerca de 35 mil vagas serão abertas no primeiro semestre desse ano.

A ABB, do setor de energia, é uma delas. Empresa global, presente em mais de 100 países, com 115 mil colaboradores líder em tecnologias de potência e de automação em setores industriais e de concessionárias, a ABB busca a melhoria da performance energética com redução de impactos ambientais.

 Seu Programa de Estágio 2011 tem vagas abertas para estudantes de nível superior e técnico em diversas áreas: engenharia, marketing, administração, comercial, financeira, informática, jurídica e recursos humanos. O inglês é imprescindível e várias dinâmicas são realizadas no processo de seleção. Vale a pena!

 No Brasil, até o momento são 4 mil empregados distribuídos em quatro unidades da empresa, Osasco (SP), Guarulhos (SP), Blumenau (SC) e Camaçari (BA).

 A ABB oferece além da bolsa, um plano de benefícios para todos os estagiários. A bolsa varia conforme as horas cumpridas, até 6 horas por dia , o nível de escolaridade (técnico ou universitário) e ano que o estagiário está cursando. O plano de benefícios inclui: assistência médica, transporte, alimentação, seguro de vida, cooperativa de crédito, 30 dias de recesso, entre outros.

Faça seu cadastro no Monster e comece sua inscrição agora mesmo! Boa sorte!

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21 jan 2011

“Finding Keepers” é recomendado no site Administradores

Artigo

Se você é de RH e ainda não leu “Finding Keepers: novas estratégias para contratar e reter talentos”, de autoria de Jesse Harriot, do Monster Insight, confira o artigo de Jack DelaVega, colunista do site Administradores e blogueiro da Tribo do Mouse sobre o livro. Você também pode saber mais sobre a importância do marketing nos RHspara vencer a guerra de talentos nos artigos desse blog!

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